O coronavírus chegou mudando os nossos hábitos, as nossas rotinas e, principalmente, as nossas verdades absolutas. Aquelas velhas certezas estão simplesmente caindo por terra. O novo cenário está posto e não há nada a fazer, a não ser se adaptar. Diante disso, precisamos rever posturas e desenvolver novos comportamentos. Se o mundo muda, a gente precisa mudar junto. Por isso, elencamos algumas dicas fundamentais para estimular a cultura inovadora na sua empresa nesses tempos de crise.

1 – Dissemine o propósito

Momentos como o que estamos vivendo costumam despertar reflexões profundas. Com a vida sob ameaça, as pessoas tendem a ficar mais sensíveis, buscando encontrar o sentido das coisas. Nessa hora, é comum se questionarem sobre qual é o verdadeiro motivo de saírem de suas camas todos os dias para enfrentar o trânsito e ir trabalhar. Por isso, mais do que nunca, é importante que o propósito da sua empresa esteja claro. Os colaboradores precisam saber para o que, de fato, eles estão trabalhando. O que eles estão construindo? Qual é o legado que querem deixar para os próximos? Então, deixe todos muito cientes do motivo pelo qual a sua empresa existe.

2 – Dê autonomia

Não adianta liberar o home-office e ficar mandando mensagem a cada cinco minutos só para saber se o funcionário está trabalhando. Autonomia quer dizer liberdade de atuação. Não importa se as pessoas vão fazer mais tempo de almoço ou se vão parar no meio da tarde para um café. Essas coisas já acontecem no dia a dia e são absolutamente normais. Vire a “chavinha”. O trabalho não é uma questão de horas, mas sim de produtividade. Delegue as tarefas, estabeleça os prazos e confie que tudo sairá bem. Profissionais com autonomia tendem a ser muito mais produtivos. Garanta que sua equipe tenha o ambiente necessário para trabalhar sem vigilância.

3 – Incite a criatividade

Se há um remédio contra essa situação, certamente é a criatividade. Com ela, é possível fazer mais com menos, fazer coisas diferentes para chegar aos mesmos resultados ou, melhor, para atingir resultados antes impensáveis. Se tirarmos a letra S da palavra crise, temos a palavra CRIE. Então, estimule seus colaboradores a tirarem o S e, com ele, tirarem também todo o pânico, a ansiedade e as lamentações. É hora de transformar limões em caipirinhas. Chorar, reclamar e sofrer, simplesmente não irá resolver o problema. O jeito é arregaçar as mangas, fazer o que for possível, criar o impossível e seguir em frente. Crises não duram para sempre e, elas costumam ser darwinistas: não são os mais fortes que sobrevivem, mas sim os que melhor se adaptam.

4 – Favoreça a experimentação

Não tem como ser criativo em um ambiente quadrado, que pune os erros veementemente. Para enfrentar a crise com criatividade, além de autonomia e propósito, é preciso criar um clima que favoreça a experimentação. Correr riscos faz parte do processo. É preciso estimular os testes, com ousadias calculadas, erros pequenos e rápidos. A chefia precisa levar em consideração que a equipe não vai acertar sempre, mas nunca vai conseguir um resultado diferente se estiver fazendo as mesmas coisas. Quando o erro acontecer, em vez de jogá-lo embaixo do tapete e cortar a cabeça do culpado, é preciso incentivar que todos façam uma avaliação do que funcionou e do que não funcionou. Nunca temos um erro por completo e, ele sempre pode trazer grandes aprendizados. Só depende de como ele será tratado.

5 – Estimule a empatia

Uma das melhores formas de gerar uma cultura inovadora é estimular a geração de empatia. Um dos grandes motivos de fazermos sempre as mesmas coisas é o péssimo hábito de acharmos que sempre sabemos o que os outros pensam, sentem, gostam. Não! Nós não sabemos. E só há como se aproximar dos pensamentos, sentimentos e preferências do outro se tentarmos nos colocar nos lugares deles. Normalmente, costuma-se dizer que empatia é se colocar nos sapatos dos outros. Mas, como fazer isso se, na maioria das vezes, somos incapazes de tirarmos os nossos próprios sapatos? Empatia quer dizer libertação de pré-conceitos e julgamentos. Só é capaz de ser empático aquele que se distancia de si mesmo para acolher o outro.

6 – Invista na diversidade

É muito fácil conviver com pessoas parecidas com a gente, mas absolutamente castrador. As mesmas ideias, as mesmas atitudes, as mesmas opiniões. Impossível inovar em um ambiente em que não há diversidade. E, não estou me referindo apenas a questões de classe social, raça, idade ou preferência sexual. As empresas precisam de pluralidade para criar uma cultura inovadora. Tem que ter gente com formações diferentes, com histórias de vida diferentes, com pensamentos diferentes. A riqueza mora na diversidade. Uma das premissas básicas da inovação é a multiplicidade. Para construir um novo caminho, precisamos ver várias rotas simultaneamente.

7 – Incentive a colaboração

Por fim, ninguém consegue fazer nada sozinho. A inovação depende da colaboração e da co-criação. Em momentos de crise, a solidariedade aflora e, é normal que as pessoas fiquem mais dispostas a ajudar, despertando um senso de coletivismo. Então, aproveite o momento para estimular a colaboração na sua equipe. Uma vez desenvolvido esse comportamento agora, provavelmente, ele irá perdurar quando a tempestade passar. Inovação demanda colaboração em vez de competição. Quanto mais as pessoas puderem se unir para trocar experiências de sucesso ou para ajudarem as outras, melhor para todos.

Que a crise passe e que a cultura inovadora se instaure, definitivamente, na sua empresa.

*Matéria enviada pela assessoria de imprensa

Marília Cardoso é sócia-fundadora da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO 56.002, de gestão da inovação. A equipe participou ativamente do processo de formatação dessa norma e conquistou a primeira certificação da América Latina. Somos também a primeira consultoria certificada no Brasil. Oferecemos treinamentos, consultorias e implementação de normas ISO com o propósito de preparar as empresas para o futuro.

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A satisfação de um cliente certamente é o objetivo principal e fundamental de todo e qualquer negócio. E ainda que este propósito não seja assim tão novo, tem ganhado cada vez mais relevância nas organizações devido ao advento das novas tecnologias e, no momento atual de crise do coronavírus, se faz extremante necessário.

Mas como acompanhar todas estas mudanças em um cenário cada vez mais desafiador? A resposta para esta pergunta está na gestão de relacionamento com o cliente, também conhecido com CRM, que é a sigla em inglês para Customer Relationship Management.

Mas como acompanhar todas estas mudanças em um cenário cada vez mais desafiador? A resposta para esta pergunta está na gestão de relacionamento com o cliente, também conhecido com CRM, que é a sigla em inglês para Customer Relationship Management.

Implementar a gestão de relacionamento com o cliente pode ser uma decisão estratégica e inteligente para alavancar os resultados da sua empresa. E se você chegou a conclusão de que este deve ser o próximo passo do seu negócio, confira alguns pontos importante que você deve levar em consideração na hora de implementar uma gestão de relacionamento com os clientes:

1 – Planeje e faça a implementação por fases

Este processo pode levar um tempo para que seja totalmente estabelecido e você deve pensar em executar todas as etapas com total segurança. Estabeleça os prazos e os níveis de dificuldade para cada uma das fases do projeto.

2 – Selecione uma boa equipe de implementação

Unir pessoas de departamentos e expertises diferentes e que conheçam todos os processos e facetas da empresa vai garantir uma implementação eficiente e, se tiverem afinidade e habilidades técnicas com a tecnologia, melhor. Esta equipe deve ser incluída e estar 100% inserida em todas as fases do projeto.

3 – Escolha um gerente para o projeto

Se você optar para delegar esta responsabilidade para outra pessoa, certifique-se de que a pessoa selecionada tenha conhecimentos de informática e boas habilidades de comunicação para liderar e engajar o time envolvido.

4 – Identifique os problemas na relação com o cliente

As informações dos seus clientes podem ser visualizadas de maneira fácil? Você consegue identificar se os esforços das sua equipe comercial estão sendo eficientes? Existe uma visão geral dos contatos realizados anteriormente com os clientes? Como se dá a micro conversão em cada uma das etapas do processo de vendas? Todos estes são pontos que devem ser identificados  melhorados com a implementação.

3 – Estabeleça os objetivos específicos que quer alcançar

Faça uma lista detalhada do que você imagina de benefício para a sua empresa (pode ser algumas das que falamos acima) após a implementação da estratégia de CRM. 

Uma vez identificados, divida este objetivos em metas menores de maneira que facilite o cumprimento. Entre os objetivos gerais você pode pensar em opções como: proporcionar um atendimento ao cliente de qualidade reduzindo o tempo de resposta, oferecer uma comunicação consistente com envio de conteúdo digital ou criar um programa de fidelização de clientes.

6 – Decida como medir o sucesso da implementação

Como se dará a análise de dados para você verificar se seus esforços estão valendo a pena ou não? Normalmente, a maioria das empresas considera três aspectos para avaliar o sucesso de uma estratégia de gestão de relacionamento com o cliente: diminuição dos custos (tempo do ciclo de vendas, mais agilidade nos processo), aumento dos benefícios (mais clientes, oportunidades de vendas cruzadas) e aumento de valor da marca (maior taxa de retenção e repetição de compra).

*Por Thiago Concer

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Com a recomendação de isolamento social para prevenir a propagação da Covid-19, muitas empresas adotaram o home office, porém, para a maioria delas, esse novo modelo de trabalho ainda é um desafio. Os líderes têm o papel de dar a direção neste momento, alinhando as expectativas dos colaboradores e objetivos do negócio. Mas como fazer isso à distância?

O gestor precisa garantir que todos saibam das suas atribuições, das metas e consigam produzir sem supervisão de perto. É possível que a equipe se torne mais produtiva à distância, desde que fique claro: o importante é a entrega de resultados e não o tempo trabalhado, necessariamente.

Tendo isso em mente, separamos algumas atitudes e ferramentas que podem auxiliar no processo de gerenciar e otimizar o home office:

1 – Definição dos objetivos

O primeiro passo para lideraR à distância é definir qual o objetivo principal da equipe, assim como o planejamento que será adotado nesta situação especial. Reúna todos – por videochamada – e compartilhe as visões e metas para o time.

Deixe o mais claro possível para o que querem atingir como empresa, além do que espera-se individual e coletivamente.

Depois, peça para que todos digam quais suas funções e o que fazem diariamente. Essa parte é necessária para que o time tenha uma maior noção de como os processos funcionam, podendo pensar juntos em estratégias para alcançar os objetivos.

Dê espaço para que cada profissional compartilhe suas perspectivas, opiniões e sugestões. Dessa forma, o planejamento vai se costurando de um jeito mais fluído e rico e você ainda deixa seus colaboradores mais seguros.

2 – Estabeleça uma rotina

Manter uma rotina é de extrema importância, não só no âmbito individual de gestão de tempo de cada colaborador, mas também como equipe. Reuniões de alinhamento no começo e final do dia ajudam a marcar o período do expediente, bem como na resolução de pendências.

Existem inúmeras ferramentas online que dão conta do recado. O aplicativo Trello organiza as tarefas, possibilitando a classificação de acordo com a prioridade, plataforma, e também delimitando o tempo de entrega de cada uma delas. Já o Zoom é excelente para realizar videochamadas e reuniões, de preferência com pautas definidas e enxutas.

O Google Drive, por sua vez, permite o armazenamento e compartilhamento de arquivos na nuvem, assim, vários colaboradores podem trabalhar no mesmo projeto sem precisar estar no mesmo lugar. Além disso, existem diversos aplicativos da empresa que podem ser integrados na mesma conta, como o Google Calendar, Google Sheets e Google Analytics.

3 – Mantenha a motivação

Apesar da distância, o líder precisa se fazer presente. Pela manhã, separe 10 minutos para contar uma história, por exemplo, usar uma metáfora, palavra de incentivo, um grito de guerra. Um começo positivo torna o dia mais produtivo.

Num momento de crise como este, faz parte das tarefas diárias tranquilizar a sua equipe, passar segurança. Para isto, esteja sempre disponível, seja por chat, WhatsApp, email, vídeo.

Aposte na transparência, encarando a distância como uma oportunidade de fortalecer a confiança entre seu time. Mesmo separados, eles devem saber que podem contar com você, da mesma forma, você poderá contar com eles.

LEIA MAIS: 5 técnicas para fazer contato com o cliente por telefone

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O telefone continua sendo uma ferramenta poderosa para vender e fortalecer o relacionamento com o cliente. Neste momento de isolamento social por conta da COVID-19, se fortalece como uma opção para continuar mantendo a prospecção ativa.

Pensando nisso, separamos algumas técnicas essenciais para você fazer uma boa ligação para o cliente:

1 – Os primeiros 30 segundos

Saiba exatamente o que falar nos primeiros 30 segundos de contato, eles são determinantes para gerar interesse – ou não – no seu interlocutor. A apresentação deve conter elementos básicos como seu nome, qual empresa você está representando e, o mais importante, qual o objetivo do seu contato.

Antes de ligar, é imprescindível que você escreva tudo o que irá falar, trata-se do script, que te ajudará a conduzir a abordagem ao ponto desejado. Utilizar um script denota preparação e preocupação em elencar as vantagens do produto/serviço para resolver as dores do cliente.

Pode-se fazer uso de palavras que chamam atenção para os pontos que serão tratados, como lucratividade, redução de custos, faturamento, produtividade etc.

2 – Entonação

Sem o visual e outros recursos que usamos presencialmente, a voz passa a ser o elemento mais importante da sua postura ao telefone. Através do seu tom você pode passar entusiasmo ao cliente, confiança e energia, mostrando-se disposto a ajudá-lo.

Uma dica valiosa é levantar-se da cadeira quando quiser colocar mais ênfase no que está falando, como os benefícios do produto, por exemplo. Em pé, fica mais fácil colocar mais vibração na voz, o que torna o discurso mais objetivo e persuasivo.

3 – Perfil do Cliente

Apesar de preparar o script para elencar os temas a serem discutidos, a ligação deve se adaptar ao perfil do cliente, fuja de uma abordagem engessada. O objetivo é buscar a melhor solução de forma personalizada.

Procure entender rapidamente a forma como cada cliente estabelece o raciocínio, assim como a velocidade da fala, se ele falar mais devagar, seja mais lento nas explicações. Ao se espelhar no outro, fica mais fácil de gerar rapport, conexão através da empatia.

Fazer uma pesquisa prévia sobre o cliente e empresa para quem está ligando também ajudará a tornar o contato o melhor possível.

4 – Saber Ouvir

Como em qualquer conversa, falar ao telefone implica na interação entre duas partes, ou seja, saber ouvir é tão importante quanto falar nesta situação.

A maioria dos vendedores fala 90% e escuta apenas 10% os clientes na linha, porque tem a sensação de que falar bastante é sinônimo de impressionar os clientes – muitas vezes, é um tiro no pé.

Os clientes gostam de falar, comentar os seus sucessos, proezas e dificuldades. Então, prepare uma apresentação em que você fale a metade do tempo, e o restante fique por conta da outra parte.

5 – Objeções

Antes de encerrar o contato por telefone, pergunte se ficou alguma dúvida, o que não ficou claro até o momento, principalmente se o cliente solicitar o envio de uma material por e-mail, cuidado: ele pode estar fazendo isto para te despistar.

Com certeza, depois de perguntar o que poderia ser melhor explicado, você vai descobrir a verdadeira objeção – então, o próximo passo é se esforçar para esclarecer o ponto levantado.

Uma abordagem de sucesso é aquela que não deixa dúvidas no cliente, mas sim uma oportunidade, de fechar negócio, de um contato futuro – que no contexto atual pode ser uma videochamada.

A dica final é a revisão, após cada ligação que fizer, faça uma autoanálise dos pontos em que você está bem e daqueles que precisa melhorar, dessa forma, irá avançar nos resultados do próximo telefonema e assim por diante.

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Com o novo momento de prevenção e combate ao novo coronavírus (COVID-19), pelo qual o Brasil e o mundo estão passando, é preciso estabelecer novos hábitos para diminuir os impactos na economia. Uma delas, é a venda de roupas e outros utensílios por meio de malas, que são disponibilizadas por 24 horas na casa dos clientes.   

Fernanda Berberi, é proprietária da Dolce Fer, e além da loja física no PolloShop, disponibiliza esse tipo de serviço. “Montamos os looks de acordo com o perfil das clientes e enviamos as peças para elas provarem em casa, com a vantagem de escolherem com calma e ainda pedir a opinião de alguém da família. Em seguida, com a seleção feita, é acertada a forma de pagamento e um motorista apenas retira a mala e leva até a loja novamente”, explicou.

Ainda de acordo com ela, são enviadas mais de quatro malas semanais e a tendência é que esse número cresça especialmente neste momento. “É importante as pessoas procurarem medidas alternativas para mantermos a economia em movimento. Acredito que esse número dobre nos próximos dias e nós estamos preparados para isso. É uma alternativa que agrada os clientes e que ajuda a manter o comércio funcionando”, ressaltou Fernanda.

O CEO do PolloShop, Ivo Petris pediu para que as pessoas busquem novas alternativas ao consumo. “É fundamental e responsável que saibamos valorizar o comércio local, incentivar as compras e darmos opções para os clientes. Optar por entregas é uma medida que nós já oferecíamos antes e agora somente foi intensificada para facilitar o processo com os nossos clientes.  Vamos lembrar que grandes redes possuem capital para se manter. Assim, vale ressaltarmos que é muito importante pensarmos nos pequenos empresários e unirmos forças neste momento delicado que o mundo e a economia enfrentam”, enfatizou.

Mudanças também no Delivery

Algumas empresas que realizam entregas já possuem opções em que não há contato nem com o entregador. A encomenda fica em local determinado e a pessoa retira em seguida. Pensando em manter a qualidade dos produtos entregues, a empreendedora Stephanie Andrade, produz doces e salgados para venda. Proprietária das marcas Menu Doce e Menu Temperadinho, decidiu ela mesmo realizar as entregas como medida de prevenção. “Optamos por nós mesmos fazermos as entregas para termos a garantia de que todas as medidas de prevenção estão sendo tomadas, assim, além de garantir a qualidade dos nossos produtos, podemos também manter o mesmo padrão nas entregas”, destacou.

Sobre o PolloShop

Fundado em 1995, o PolloShop é referência quando se fala em shoppings que oferecem produtos de qualidade e melhores preços em Curitiba. Localizado no Alto da XV, o empreendimento conta com um mix de mais 200 lojas dos mais variados segmentos e estacionamento privativo para os clientes.

*Matéria enviada pela assessoria de imprensa

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Loja virtual: 5 segredos de um e-commerce de sucesso

Como as empresas estão protegendo suas equipes do COVID-19

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O comércio online se tornou uma tendência promissora no Brasil. Segundo estudo conduzido pelo PayPal e BigData Corp, a expansão do e-commerce no país foi de aproximadamente 40% no último ano.

Devido ao risco de contaminação do coronavírus, o comércio físico começa a restringir suas atividades. Na cidade de São Paulo, o prefeito Bruno Covas (PSDB) determinou o fechamento das lojas. Por conta deste cenário, se faz cada vez mais necessária uma boa presença de vendas online.

O sucesso de um e-commerce depende de estratégias específicas e dedicação. Dentre grandes marcas que se destacam, como Amazon, Alibaba, e as brasileiras B2W e Magazine Luiza, podemos retirar algumas maneiras de basear as operações.

1 – Investir em Tecnologia

A tecnologia e inovações constantes são essenciais para um e-commerce. Estar por dentro do que há de novo no mercado e saber quais são as tendências do setor é dever de quem investe nesse ramo.

O primeiro passo é a otimização da páginas e integração dos canais, permitir que o consumidor consiga encontrar facilmente o que quer. A Inteligência Artificial é uma grande aliada nesse sentido, com softwares capazes de organizar os produtos e Chatbots para ajudar no atendimento.

Com os itens escolhidos, o cliente e vendedor devem ter a garantia de um pagamento seguro. Os blockchains, do inglês “encadeamento de dados”, registra as movimentações, analisando e aprovando as transações de maneira otimizada.

2 – Logística

A evolução do e-commerce levou os consumidores à era da entrega imediata. Se antes esperava-se até meses para receber um produto em casa, hoje em dia essa realidade não existe mais para quem quer ser competitivo, por isso, os esforços em logística devem ser prioridade.

Com a forte tendência dos pedidos por aplicativos, passará a ser inaceitável entregas com mais de 5 ou 7 dias. Aproveite então para utiliza-los como aliados, garantindo a presença da sua loja nas principais plataformas.

3 – Apostar no Nicho

As grandes companhias de varejo online costumam dominar a venda de produtos mais genéricos, direcionados ao público de massa, pois têm estrutura para isso. Por essa razão, o conselho aqui é o inverso: a aposta em nichos costuma ser uma estratégia favorável às pequenas e médias empresas, que conseguem dar conta de atender um grupo de clientes mais específico com uma qualidade superior.

Os grandes canais de vendas geralmente possuem um volume maior de clientes insatisfeitos. Aí se evidencia a vantagem dos empreendedores que focam em nichos: eles conseguem oferecer uma qualidade muito superior nos produtos negociados e também criam uma relação mais próxima ao público. Isso torna mais fácil a consolidação da marca no mercado e a estruturação de uma imagem de autoridade no segmento.

4 – Marketing Digital

Sem tráfego dentro do seu site (pessoas navegando pela sua loja virtual), menos chances você terá de vender para elas. Além disso, é necessário que você engaje e retenha os clientes por mais tempo comprando seus produtos.

Sendo assim, é importante que você saiba investir em canais que irão te trazer retorno. Trabalhar as redes sociais para levar ao site? Enviar conteúdo por email? É preciso se dedicar à entender quais caminhos farão o seu cliente chegar mais rápido até você.

5 – Experiência do Consumidor

No final das contas, o que vai assegurar o sucesso do seu e-commerce é a Experiência do Consumidor, que pode ser traduzida na boa execução de todos os pontos anteriores.

Garantir um site navegável e seguro, sanar dúvidas, oferecer uma entrega rápida e um relacionamento especializado no pós-venda são os ideais a serem seguidos.

O e-commerce depende muito do feedback do cliente. Valorize a experiência, não só a positiva, que trará mais consumidores por indicação, mas também a negativa, para corrigir os problemas.

E aí, vamos seguir vendendo?

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Tendências em Vendas para 2020

O uso de dados como estratégia de vendas

A estratégia Multicanal do Magazine Luiza

O E-commerce ajuda nas vendas físicas?

Economia da Recorrência: vendas por assinatura

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Ser dono do próprio nariz é o sonho de muitas pessoas, em especial dos mais jovens, que almejam liberdade e autonomia na vida profissional. No entanto, muitas vezes, a inexperiência pode ser um fator comprometedor quando o assunto é empreendedorismo. Por esse motivo, as franquias acabam surgindo como uma excelente opção de investimento.

Como já foram testadas e validadas pelo franqueador, o risco é infinitamente menor do que o empreendedorismo solitário. Embora não seja possível dar garantias de sucesso, as franquias são empresas já maduras e saudáveis, com processos bem definidos. Ou seja, com ela, o jovem empreendedor não precisará descobrir o que funciona e o que não funciona. Basta seguir as diretrizes da franqueadora.

Um dos maiores atrativos é a flexibilidade na jornada de trabalho. Como dono, você faz o seu horário de trabalho. E existem muitas franquias com opção de home-office, o que, além de reduzir o valor do investimento, permite muito mais tempo livre, já que o empreendedor não precisa se locomover diariamente até a empresa.

No entanto, essa modalidade demanda muita disciplina. O fato de estar em casa não pode representar nenhum desleixo com os negócios. Trabalho é trabalho e lazer é lazer. Tudo deve ter seu tempo. Também é preciso reservar um local para conversar com os clientes. Pode ser um quarto ou um escritório dentro de casa ou mesmo um café em um lugar com boa localização.

Contudo, melhor mesmo é quando a própria franqueadora dispõe de um espaço para que o franqueado faça os seus atendimentos. Nesse caso, ele só vai até o estabelecimento para receber os clientes, que muitas vezes nem ficam sabendo que o franqueado é home-based. Além de mais baratas, essas franquias conseguem criar uma atmosfera perfeita, oferecendo tudo o que o franqueado precisa para ter sucesso nos negócios.

Outro cuidado especial que o jovem franqueado deve ter é quanto ao ramo de atividade escolhido. É preciso haver sinergia com o segmento para que o negócio decole. Trabalhar em algo que não gosta, torna-se um fardo, em vez de um prazer. Aí, as chances de dar errado são muito maiores.

Nesse sentido, franquias ligadas a educação, treinamento, turismo e intercâmbio costumam ter uma vantagem natural. Como estão em fase de formação, muitos jovens se identificam com a área de educação, como escolas de idiomas e cursos profissionalizantes. Amantes das descobertas, o turismo e o intercâmbio também figuram como os setores mais desejados.

Não é raro um jovem voltar de um intercâmbio e querer trabalhar na área. Ele fica tão encantado com a experiência que quer que todo mundo tenha a mesma oportunidade. Como tem amigos na mesma faixa etária, o processo de conquista de novos clientes acaba sendo muito mais fácil, já que existe uma sintonia total com os potenciais clientes. Essa conexão é fundamental.

Por esses e tantos outros atributos, a franquia figura como uma excelente opção para quem deseja empreender antes dos 30 anos. A garra e a força de vontade de um jovem podem ser fatores determinantes para o sucesso profissional dele dentro desse modelo de negócio. Quem investiu, recomenda.

O IEV, a maior escola de vendas do Brasil, também possui um modelo de franquias para quem quer empreender. Nossa metodologia é baseada na ciência por trás das vendas, além de treinamento contínuo para nosso time. Conheça!

*Matéria enviada pela assessoria de imprensa

Por Helicon Alvares, CEO da SEDA Intercâmbios, única agência de intercâmbio do Brasil com uma escola própria em Dublin, na Irlanda.

LEIA MAIS: 10 empreendedoras brasileiras de sucesso para te inspirar

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As mulheres têm demonstrado cada vez mais a sua força como empreendedoras. Segundo dados da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o Brasil possui a 7ª maior participação feminina entre os empreendedores iniciais. Elas também são a maioria nos setores de comércio (52,95%), indústria (65,20%) e serviços (55%).

“As mulheres tendem a ser analíticas ao decidir empreender, além de estarem mais abertas a opiniões e dicas. De forma geral, a afinidade com determinado segmento aparece primeiro, de acordo com sua rotina e vivência, e então ela percebe naquela experiência uma boa oportunidade de empreender” afirma Marceliy Frassi Bridi, analista do Sebrae.

Neste Dia Internacional da Mulher, o IEV separou o exemplo de 10 empreendedoras brasileiras de sucesso, que servem de inspiração por sua determinação e competência na hora de inovar.

1 – Ana Fontes

Ana Fontes nasceu em uma pequena cidade de Alagoas. Quando tinha quatro anos, sua família migrou para Diadema, São Paulo, em busca de oportunidades. Apesar da falta de recursos, os pais fizeram questão de investir na educação dos filhos. Ana estudou em uma escola pública, se formou em Publicidade e Propaganda em uma faculdade particular. Pagava as mensalidades com ajuda de vizinhos e vendendo bolos.

A formação foi o caminho para Ana conseguir emprego em uma multinacional nos anos 90. Fez ainda pós-graduação em Marketing e em Relações Internacionais. Mesmo assim, nada parecia ser o suficiente para que ela crescesse nas empresas em que trabalhou. “Um dos meus superiores chegou a elogiar meu currículo, mas disse que não iria me promover porque eu era mulher”, diz. A necessidade constante de se superar no ambiente corporativo ficou ainda mais forte depois que ela se tornou mãe.

Em 2009, surgiu a oportunidade de participar do programa 10.000 Mulheres, uma parceria entre a FGV e o grupo Goldman Sachs, que oferece capacitação em gestão de negócios para melhorar a qualidade do empreendedorismo feminino. Com a experiência, percebeu uma demanda de educação empresarial pouco explorada.

Para compartilhar seu conhecimento e poder ajudar mais mulheres a transformarem suas ideias em negócios viáveis, em 2010 ela criou a Rede Mulher Empreendedora. A plataforma para compartilhar conteúdo e divulgar empresas de mulheres tornou-se a maior rede focada em empreendedorismo feminino no Brasil e já ajudou mais de 270 mil empreendedoras.

2 – Chieko Aoki

Chieko Aoki é CEO e fundadora da rede de hotéis Blue Tree Hotel, uma das maiores cadeias hoteleiras do Brasil. A empresária também trabalhou no grupo de hotéis Caeser Park Hotels e na organização americana mais antiga e tradicional no setor, a Westin Hotels & Resorts. Em 2013 Aoki foi nomeada pela revista Forbes como “a segunda mulher de negócios mais poderosa do Brasil”.

Chieko nasceu no Japão e se mudou para o Brasil com seis anos, se naturalizando posteriormente. A empreendedora fez a maior parte de sua carreira fora do país, atuando no ramo de hotelaria nos EUA e em países da Europa e Ásia, retornando em 1992 com o objetivo de iniciar seu próprio negócio no ramo.

A rede Blue Tree Hotel se tornou um grande sucesso, e Chieko Aoki também ficou conhecida pela quantidade de prêmios que possui, mesmo trabalhando em um mercado competitivo, sendo uma das executivas mais respeitadas do país.

3 – Alcione Albertoni

A empreendedora Alcione Albanesi fundou a importadora de lâmpadas FLC e a ONG Amigos do Bem, que combate a fome e a miséria no Brasil.

Aos 14 anos, ela arranjou um trabalho como modelo, mas já almejando ser dona de confecção de roupas, por isso se inseriu nos bastidores do corte e costura. Mais tarde, montou seu negócio e aos 17 anos comandava 100 costureiras.

Em 1992, com a confecção vendida e outra loja bem-sucedida em funcionamento, Alcione encontrou uma lâmpada fluorescente sendo vendida a baixo custo em uma loja nos EUA, várias vezes mais barata que no Brasil, onde ainda era novidade. Quando leu “Made in China” no produto, resolveu ir sozinha visitar o país e perguntar pelas lâmpadas. Foram 71 viagens à China desde então, que contribuíram para a criação e o rápido crescimento da FLC.

4 – Zica Assis

Heloisa Assis veio de uma família humilde, de 13 filhos, em que o pai trabalhava como biscateiro e a mãe como lavadeira. Diante dessa situação, Zica começou a trabalhar aos 9 anos de idade, como babá, faxineira e empregada doméstica. Por conta de seu cabelo cacheado e volumoso, sofria preconceito.

Aos 21 anos de idade, cansada de alisar o seu cabelo para conseguir emprego, Zica decidiu fazer um curso de cabeleireira e começou a testar a fabricação de produtos para tratar seus cachos. Após inúmeras tentativas, conseguiu criar o produto, que começou a fazer sucesso entre seus conhecidos.

Em 1993, Zica, que ainda atuava como doméstica, pediu dinheiro emprestado para sua patroa, vendeu o carro do marido e investiu no seu primeiro salão, o Beleza Natural, no Rio de Janeiro. Por ter achado um nicho ainda inexplorado, o estabelecimento tinha filas desde as 5 da manhã. Hoje, sua rede é a maior do Brasil em produtos para cabelos crespos e cacheados.

5 – Maria José de Lima Freitas

Maria José de Lima Freita, Mazé, perdeu o emprego de faxineira em um banco e, depois de mais de um ano buscando trabalho, resolveu vender doces. “Fiz um doce de amendoim e coloquei para vender. Ganhei R$ 20 e comecei meu negócio. Meu pai me falava que doce não dava dinheiro. Mas, eu tinha dívidas para pagar, dois filhos para sustentar e um sonho para realizar”, diz.

Apesar da ideia, o negócio não deslanchou de primeira. Depois de passar quatro anos endividada, a empreendedora colocou as contas em dia e participou do programa de capacitação do Sebrae, o Empretec.

Em 2006, construiu sua primeira fábrica e no ano seguinte a primeira loja: a Mazé Doces virou um ponto turístico de Carmópolis, MG. Hoje, ela produz de três a cinco toneladas de doces por mês, que podem ser encontrados em vários estados da região sudeste do país.

6 – Danyelle Van Straten

Danyelle Van Straten é fundadora da rede de franquias de depilação Depyl Action. A história da marca começou com a sua mãe, Glaci Van Straten, que criou uma cera com mel e própolis para proporcionar às mulheres uma depilação suave, não agressiva, e começou a vender para salões de Balneário Camboriú, SC.

Após 10 anos vendendo o produto, mãe e filha perceberam que se realmente quisessem proporcionar uma experiência diferente, teriam que inovar, oferecendo também o serviço de depilação. “Apostamos na criação de um ambiente moderno e elegante, especializado em depilação, com profissionais treinadas para cuidar das pessoas com todo o carinho e cuidado que merecem”, diz Danyelle.

A primeira loja nasceu em Brasília, sendo hoje a maior referência do país no ramo. A Depyl Action possui mais de 100 franquias espalhadas pelo Brasil e exterior.

7 – Cecília Prado

Dona da marca que leva o seu nome, a empreendedora Cecilia Prado também conseguiu destaque no mercado trazendo inovação para um negócio que já estava em sua família.

A mineira transformou a fábrica de tricô tradicional, trazendo a técnica para a sua marca e criando peças com design contemporâneo e toques artesanais. A ideia fez sucesso e não demorou para que as criações de Cecilia chamassem a atenção, não só nacionalmente, mas também fora do Brasil, passando a ser exportada em 2006.

Atualmente, Cecilia tem duas lojas próprias em São Paulo e vende suas peças em lojas multimarcas e de departamento em mais de 20 países espalhados por toda a América, Europa, África, Oriente Médio e Ásia, sendo a China um dos seus principais mercados. Fora os pontos de venda físicos, é possível encontrar a marca da designer em renomadas lojas virtuais.

8 – Bedy Yang

Bedy Yang é uma das mulheres mais admiradas no movimento de startups no país. Antes de virar investidora, foi dona de uma loja que vendia produtos artesanais brasileiros, em São Francisco (USA).

Com ascendência chinesa, a paranaense estava se especializando em economia da China, mas passou a observar uma grande oportunidade em intermediar empreendedores brasileiros com investidores americanos do Vale do Silício.

Bedy investiu em empresas como Viva Real, Conta Azul, Descomplica, Ingresse, IDwall. A frente da 500 Startups, a empreendedora comanda os investimentos do fundo no Brasil e na América Latina.

9 – Maitê Lourenço

A psicóloga Maitê Lourenço, ao se perceber como única mulher negra nos eventos de inovação que frequentava, tomou para si a missão de promover maior diversidade racial no ecossistema empreendedor. Criou, em 2016, o BlackRocks, um laboratório de inovação comprometido com a aceleração de negócios e pessoas e com desenvolvimento de lideranças. Para compor o quadro de colaboradores, escolheu profissionais com tanta ou mais qualificação técnica que empresários de grandes aceleradoras, mas pouco vistos por causa da cor da pele.

Em 4 anos de existência, o projeto ganhou notoriedade, impactando a vida de centenas de empreendedores. “O BlackRocks criou uma tecnologia social de mobilização em rede”, define Maitê. “Durante e depois da nossa atuação, encontramos diversos empreendedores extremamente criativos, profissionais com muita competência para apoiar e desenvolver empreendedores. Estão cada vez mais criando estratégias de atuação no ecossistema, desenvolvendo negócios em parceria, tornando-se compradores e fornecedores da rede”.

10 – Cristina Junqueira

A vice-presidente do Nubank, Cristina Junqueira, é uma das três fundadoras da startup. O negócio começou com três sócios em maio de 2013, em São Paulo, sendo uma das maiores fintechs do Brasil atualmente.

Cristina se formou em Engenharia de Produção na USP, fez mestrado e MBA em Negócios na Kellogg School of Management. Trabalhou como analista interna no Itaú, e aos 24 anos assumiu um cargo de liderança no Unibanco, no setor de seguros para pequenas e médias empresas.

A experiência na gestão de um banco tradicional brasileiro foi uma espécie de gênese da criação do seu mais famoso negócio. Ao ser convidada para desenvolver um projeto na área de cartões, o banco não recebeu muito bem suas ideias inovadoras. Cristina as aproveitou na startup, que começou com o mote de oferecer cartão de crédito sem taxas e com comunicação direta com os clientes. 

Nesta semana, Cristina Junqueira fez história ao se tornar a primeira mulher brasileira a aparecer visivelmente grávida na capa de uma revista de negócios.

A edição da Forbes deste mês lista as mulheres mais importantes do país e Cristina estampa a primeira página da publicação com o seu barrigão de 40 semanas. O feito inédito no país representa uma parcela de mulheres que engravidam enquanto estão no mercado de trabalho, enfrentando dificuldades e até mesmo demissões após a licença maternidade. Uma pesquisa da FGV mostra que metade das mulheres que engravidam e voltam para seus empregos são demitidas em até 12 meses.

Ser mãe não significa trabalhar menos. Mulheres que optam pela maternidade precisam ter esse direito respeitado pelo empregador, um dos principais avanços que ainda precisam ser conquistados pelas mulheres.

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Fundador da empresa Hubck inc explica como o assistente virtual Jordan pode ajudar a melhorar o setor de vendas

A implementação de soluções baseadas em inteligência artificial é uma realidade no cotidiano das pessoas. E cada vez mais empresários, de todo mundo, têm investido nessa inovação com o objetivo de minimizar trabalhos repetitivos, melhorar o desempenho das equipes e alcançar insights de dados mais precisos. São inúmeras as funções dessa tecnologia.

A hubkn inc, startup especializada em inteligência artificial, desenvolveu o Jordan, uma IA que é um acelerador de vendas e funciona com um assistente virtual, que conversa com os principais CRM’s do mercado através de tecnologias avançadas em reconhecimento de voz e interpretação de dados, sendo precursora na América Latina em uma área da inteligência artificial conhecida como Conversational AI.

“O uso de assistentes virtuais já é realidade no nosso dia a dia, desde perguntar sobre a temperatura para a Siri ou receber do Google Assistant uma estimativa de tempo no trânsito. Assistentes virtuais estão ganhando espaço e até mesmo instituições financeiras os disponibilizam para que clientes realizem tarefas como consultar saldo, agendar transferências e receber dicas de investimentos. Jordan chega como pioneiro na atividade de vendas com uma proposta de valor única que é ser o instrumento de aceleração de vendas e apoio de gestão comercial”, explica Almir Neves, fundador da hubkn inc.

Jordan tem como objetivo aprimorar o gerenciamento comercial em diversos níveis, desde assessorar a equipe no acesso e gestão dos materiais de vendas, acompanhar o dia a dia da operação auxiliando na priorização de tarefas de vendedores e fazendo o acompanhamento personalizado da performance de vendas, até analisar em tempo real e gerar dados de alerta para o time de gestores, permitindo a tomada de ações mais proativas e assertivas.

Existe um grande receio com relação ao surgimento de inteligências artificiais no mundo do trabalho. Estatísticas do Fórum Econômico Mundial apontam que haverá muitas mudanças e que os profissionais do mercado precisarão explorar novas habilidades. Uma das mais desejadas para os profissionais das principais empresas no Vale do Silício é a capacidade de aprender continuamente de forma rápida e se adaptar às mudanças constantes que a tecnologia tem trazido para nossas vidas.

A essência de um assistente digital é ser uma inteligência artificial de apoio. Almir explica que a criação do Jordan foi motivada pela complexidade da atividade comercial, uma vez que no mundo todo os vendedores utilizam mais tempo realizando atividades não correlatas à venda em si. “Nascemos para dar agilidade e acelerar as vendas de nossos clientes, sendo realmente um parceiro da equipe e não uma tecnologia concorrente”, finaliza.

Almir Neves é o founder da hubkn, empreendedor serial e nos últimos sete anos criou e participou do crescimento de cinco startups. Especialista em Negociação pelo PON (Program on Negotiation) da Universidade de Hardvard, conta com MBA em Gestão de Empresas pela FGV e especialização em Finanças pela FAE. Para mais informações, acesse as redes sociais LinkedIn e Twitter.

*Matéria enviada pela assessoria de imprensa

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A rotatividade é algo que faz parte do dia a dia comercial, por conta disso, o trabalho de manutenção de um time campeão não pode parar nunca. É dever de todo líder de vendas acompanhar o desempenho da equipe constantemente, estando aberto a alterar os caminhos escolhidos ao longo do trajeto.

Antes de pensar nas maneiras de estimular sua equipe de vendas para que alcancem seu melhor desempenho, é necessário refletir sobre o ambiente em que estão inseridos. Desde as estruturas físicas, até o suporte emocional, são fatores que refletem diretamente nos indicadores de vendedores.

Além disso, a motivação é fundamental. Talvez, tudo que falte sejam alguns estímulos aos seus vendedores para que voltem a dar resultados e se manterem engajados.

Para evitar a rotatividade da sua equipe, que pode aumentar custos e abalar a confiança da equipe, separamos algumas ideias:

1. Treinamento

Muitos empresários e gestores possuem o péssimo hábito de colocar os novos profissionais a mercê da própria sorte, deixando eles comercializarem o produto ou serviço de maneira “artesanal”, pois acreditam que a arte de vender é um ato de puro talento.

A realidade, no entanto, mostra que o investimento das organizações em formação e treinamento, apresentando os métodos de venda mais eficazes, perfil dos clientes, o cenário e as dores do mercado em que o negócio atua, entre outros itens, possibilita uma absorção mais rápida por parte do vendedores.

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2. Período de “ramp up”

O gestor comercial precisa oferecer um tempo para que um vendedor novo se adapte ao negócio, e não exigir que ele alcance a meta completa no seu primeiro mês de empresa. O ramp up é a técnica usada para ir escalando esta meta até atingir o seu potencial pleno.

Um exemplo: delegar 25% da meta no primeiro mês, 50% no segundo, até chegar a 100% no último mês.

3. Leads

É fundamental que as empresas invistam em geração de leads e ferramentas tecnológicas capazes de aumentar a velocidade de prospecção, garantindo o necessário para que os vendedores façam o seu trabalho.

Outro investimento interessante é a criação de um playbook de vendas – espécie de guia com orientações padronizadas sobre o processo de vendas. Quanto mais oportunidade o vendedor tiver para trabalhar no funil de vendas, maior serão seus resultados.

4. Remuneração e bonificações

Companhias que oferecem salários abaixo do mercado irão sofrer com a rotatividade, pois, apesar de eventuais benefícios e facilidades, o fator decisivo é o financeiro.

Bonificações por metas atingidas são sempre bem vindas, desde que estejam claras e equiparáveis para todos.

5. Feedback

Feedback não é sinônimo de “bronca”, como muitos líderes e vendedores pensam. Feedback é desenvolvimento, e deve ser dado para quem está mal, mas também para quem está bem.

Para os que estão com mau desempenho, fica mais fácil identificar os pontos de melhoria, certo? Já para aqueles vendedores de alta performance, é preciso ir a fundo nos detalhes para avaliar o que pode ser aprimorado.

Pode ser, por exemplo, que os indicadores estejam ótimos, mas que o trabalho em equipe possa melhorar. Sabendo disso, o profissional pode fazer uma autoanálise sobre essa questão e a começar a buscar caminhos para lidar melhor com esse importante aspecto para o sucesso profissional.

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