Em razão do rápido avanço do coronavírus no Brasil, com 234 casos confirmados até o momento e mais de 2 mil suspeitos, os órgãos públicos recomendam a suspensão de eventos públicos, aglomerações, e que as pessoas não deixem suas casas sem necessidade.

Empresas privadas e servidores públicos estão passando a adotar o home office, quando o funcionário realiza o trabalho de sua casa, além de adiar reuniões e outras ocasiões que envolvam o encontro presencial.

As secretarias de Educação de vários estados, como São Paulo e Goiás, divulgaram a suspensão das aulas para conter a propagação do Covid-19. Em meio à este cenário de prevenção e cautela, outras formas de ensino passam a ser testadas.

A expectativa é que a crise do coronavírus seja uma oportunidade de trazer mais tecnologia para a sala de aula, assim como tem sido na China, onde cerca de 200 milhões de estudantes passaram a usar o ensino à distância, desde o dia 9 de fevereiro, e só retornarão para as salas de aula físicas no começo de abril.

Segundo o Censo da Educação Superior, do Governo Federal, o Brasil já tem larga experiência em ensino à distância no nível superior, cerca de 7,1 milhões de vagas, mas ainda precisa avançar em outras modalidades.

Os cursos profissionalizantes estão no foco, pois cada vez mais empresas têm buscado pessoas alinhadas às novas tendências do mercado, dispostas a se manterem sempre atualizadas e preparadas para oferecer visões estratégicas ao negócio.

O ensino a distância é uma excelente maneira de se desenvolver profissionalmente e, ao mesmo tempo, contar com a flexibilidade e facilidades oferecidas pela tecnologia. Além disso, o custo, a variedade de escolha, e o crescente reconhecimento também são atrativos.

Por todos esses motivos, o Instituto de Especialização em Vendas decidiu ampliar a sua presença online, reformulando a grade de seus cursos e facilitando a evolução dos alunos. Ao invés de esperar a crise passar, preferimos adotar uma postura ativa, ao encontro do desenvolvimento.

Agora, ficou mais fácil obter um treinamento exclusivo do IEV, ministrado pelos maiores especialistas em vendas do Brasil. Nosso método tem como base a ciência das vendas, com aulas pensadas de maneira estratégica e exclusiva para que você aprenda a vender mais e melhor.

E vamos juntos transformar o mundo através das vendas.

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A disseminação do novo coronavírus, causador da Covid-19, está forçando grandes empresas a mudar suas rotinas. No Brasil, dois pacientes que vieram da Itália foram confirmados com a doença, entre eles um funcionário da XP investimentos, de São Paulo. Outras 433 suspeitas foram registradas até o momento.

A OMS, Organização Mundial da Saúde, recomendou a suspensão de viagens internacionais, o cancelamento de eventos e o estímulo ao home-office caso o colaborador apresente sintomas, sendo os principais: tosse seca, febre e cansaço. A disponibilização de álcool em gel e desinfetantes aos funcionários também se faz necessária. 

A lei de medidas para conter o coronavírus, de 6 de fevereiro, prevê a ausência laboral por suspeita de contaminação como falta justificada.

Empresas internacionais como Nestlé, Google, Facebook, Amazon e Twitter estão cancelando próximos eventos e limitando operações. Algumas companhias adotaram o uso de cartilhas com recomendações sobre prevenção e o envio de atualizações sobre o vírus por e-mail e Whatsapp, isso porque a informação é peça chave para o combate à doença.

A XP Investimentos recomendou aos colaboradores que estiveram em algum país da chamada “zona de risco”, nas últimas duas semanas, que trabalhem de casa por pelo menos 14 dias. São eles: Alemanha, Austrália, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, França, Irã, Itália, Malásia, Camboja, China, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Japão, Singapura, Tailândia e Vietnã.

Já a fábrica da LG Eletronics, em Taubaté (SP), enfrenta outro problema: a falta de peças que vinham da China para a produção nacional de celulares. A solução foi dar férias coletivas para cerca de 200 funcionários. Especialistas estimam queda de 0,5 ponto porcentual na economia global por conta da doença.

Diante das perspectivas, o Ministério da Saúde passou a treinar os estados para lidar com casos suspeitos; o Brasil também se destacou no sequenciamento recorde do genoma do vírus, o que ajudará no desenvolvimento de vacinas.

Por enquanto, as principais recomendações para se proteger são:

  • Lavar as mãos com frequência, com água e sabão, ou higienizar com álcool em gel 70%
  • Ao tossir ou respirar, cobrir o nariz e boca com lenço ou com o braço, não com as mãos
  • Se estiver doente, evitar contato físico com outras pessoas e ficar em casa até melhorar
  • Evitar tocar olhos, nariz, e boca com as mãos não lavadas; ao tocar, lavar sempre as mãos como já indicado
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos
  • Evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados
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O franchising brasileiro passou por uma série de mudanças nos últimos anos, impulsionadas por fatores como a crise econômica, reformas trabalhistas e também inovações tecnológicas. A ABF, Associação Brasileira de Franchising, divulgou um panorama do cenário atual das franquias brasileiras, com base nos resultados de 2019, e quais serão os próximos desafios do setor.

De acordo com a análise, uma das principais mudanças foi no balanceamento entre os formatos de unidades. As franquias delLojas decaíram de 88% para 85%, enquanto outros modelos, como quiosques e home based,  cresceram 12% para 15%.

“É bem relevante quando vemos, na prática, os novos formatos acontecerem. O franqueador brasileiro é criativo, busca formas de atuar em diversos mercados, mas sem perder a identidade e o DNA da franquia”, comenta André Friedheim, presidente da ABF.

Os novos formatos contribuíram para que o franchising continuasse a abrir unidades, mesmo em período de crise. Isso porque as microfranquias são opções de expansão com investimento inicial de até R$ 90 mil.

Nos próximos anos, porém, deve haver um aumento na venda de franquias de maior porte, por conta da queda dos juros. Para se ter uma ideia, as franquias que mais cresceram no período analisado foram: Oggi Sorvetes (279%), Nutrimais (248%) e OdontoCompany (202%), sendo as duas primeiras de custo reduzido, mas a última não.

Em 2019, a OdontoCompany passou de 210 para 634 unidades. A Franquia, que tem sociedade com o Grupo SMZTO, recebeu o investimento do fundo para a América Latina da L Catterton, que impulsionou a consolidação de seu modelo.

Novas franquias, amparadas pela tecnologia, têm atraído alguns perfis de investidores. “Temos percebido muito interesse de participação de fundos nas franquias. Além disso, vemos movimentos de multifranqueados (franqueados com mais de uma unidade), que são uma tendência no mundo todo e ajudam a acelerar a expansão orgânica das marcas”, afirma Friedheim.

O desafio agora é chegar a regiões que ainda não fazem parte do franchising. Dos 5.570 municípios brasileiros, apenas 2.504 possuem franquias. O Nordeste, por exemplo, aumentou sua participação, mas possui apenas uma marca nativa, a Farmácias FTB – A Farmácia do Trabalhador do Brasil, sendo dominado por empresas de outras regiões. O sudeste permanece na liderança dos franqueadores.

A expectativa é que o setor continue a crescer, tendo a educação como ramo mais próspero para se investir, pois cada vez mais brasileiros buscam por cursos e complementos à sua formação.

A franquia do IEV aposta na capacitação contínua no setor comercial, a área que move qualquer empresa. Baseada na ciência por trás das vendas, nossas soluções utilizam a tecnologia EAD para ensinar. Conheça o modelo.

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Nesta semana (de 16 a 20 de fevereiro), aconteceu na cidade de Düsseldorf, Alemanha, a Euroshop 2020, uma das maiores feiras de inovação para o varejo.

O evento ocorre a cada 3 anos, com cerca de 2.300 expositores oriundos de 61 países e mais de 114.000 visitantes de diversas nacionalidades. Os 19 pavilhões de exposições apresentaram ideias de comunicação visual, arquitetura para lojas, mercado alimentício, soluções tecnológicas e o que há de mais avançado nas áreas que permeiam o setor varejista.

Os destaques deste ano foram as tecnologias aplicadas para gerar um ambiente imersivo nos pontos físicos, um diferencial para as compras online, que apesar de eficientes, deixam a desejar no quesito experiência. O omnichannel já é realidade e a preocupação com o meio ambiente permeou todo o evento.

Iluminação

A iluminação foi responsável por grande parte do impacto da feira, os expositores não economizaram nos recursos para promover o encantamento nos stands. Além disso, trabalharam com imagens em alta qualidade, 3D e técnicas de luzes que trazem um pouco da realidade aumentada e movimento para as lojas.

Pensar estrategicamente as cores e a iluminação tem tudo a ver com criar diferentes emoções no consumidor, acolhimento, desejo, felicidade; chama atenção para os produtos e pode ser aplicado nos mais diversos setores do varejo.

Mas como a preocupação energética também esteve em pauta, as lâmpadas eram de LED, menos prejudiciais.

Reprodução: EuroShop The World’s No. 1 Retail Trade Fair

Varejo Sensorial

O sensorial retail, ou varejo sensorial, é a combinação dos avanços tecnológicos com a humanização. A iluminação nas lojas, do tópico anterior, por exemplo, faz parte de uma compra totalmente interativa, que permite ver, tocar, ouvir e sentir cada pequeno detalhe.

A Tesla, empresa de carros de luxo do empreendedor e visionário Elon Musk, quer levar os consumidores à uma compra única, através de uma jornada sensorial, premium e de alto valor agregado, ao invés de simplesmente expor seu catálogo de veículos.

Os supermercados, por sua vez trouxeram a tecnologia em favor de uma maior percepção de frescor. Já as empresas de decoração e móveis abriram a oportunidade de cocriação dos produtos, em que os clientes personalizam o produto final, saindo da loja com um item diferenciado.

Pagamento

Mudanças nas formas de pagamento também foram abordadas na Euroshop 2020. As inovações estão sendo feitas, principalmente, pelas fintechs, startups financeiras que vem transformando o mercado.

As soluções disruptivas das fintechs estão presentes nos meios de pagamento baseados em moedas digitais, QRcodes, criptomoedas e blockchain. A rapidez e segurança dos meios digitais estão se tornando preferência entre os consumidores, que se animam diante da possibilidade de um pagamento automatizado, sem filas nos caixas, podendo comprar através de smartphones e relógios digitais.

Para os varejistas, as mudanças representam redução de custos e também mais segurança nas transações. Todos saem ganhando.

Reprodução: EuroShop The World’s No. 1 Retail Trade Fair

Soluções Verdes

A exigência do consumidor por produtos mais sustentáveis é cada vez maior. Muitos expositores da Euroshop 2020 levaram esse conceito a sério, apresentando soluções com senso de responsabilidade ambiental.

No design das lojas, os stands apostaram em materiais reutilizados, como o vidro de acrílico e folhas de plástico reciclados, usados em chapas e tubos, podendo criar uma aparência muito especial, especialmente nas versões transparentes.

Outro destaque nesse sentido são os brinquedos infantis, que seguem um rigoroso padrão alemão, com ciclos de materiais sustentáveis. Cabides de grama orgânicos, por sua vez, são uma ótima oportunidade para o ramo da moda.

Reprodução: Euroshop Mag

As novidades parecem distantes? Os brasileiros presentes no evento discordam. O sentimento foi de que o Brasil tem evoluído no acesso às tendências do mercado. Não existe mais uma grande defasagem, alguns elementos que foram apresentados já estão sendo implementados. Não precisaremos esperar anos para o futuro chegar, ele já está aqui.

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Em sua oitava edição, o Programa Winning Women Brasil, realizado anualmente pela EY, está com as inscrições abertas até o dia 21 de fevereiro.

As selecionadas recebem, ao longo de um ano, treinamento em áreas como branding, liderança, gestão e relacionamento. Os encontros acontecem na São Paulo Corporate Towers, na capital paulista, uma vez por mês.

Cada empreendedora é acompanhada de perto por até duas mentoras, de acordo com o setor e os desafios do negócio selecionado. Entre as conselheiras, estão empresárias brasileiras de grande sucesso, como Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza), Gabriela Baumgart (Center Norte S/A), Sonia Hess (Dudalina) e Chieko Aoki (Blue Tree Hotels).

Formar uma rede de contatos entre as empreendedoras é outro objetivo do programa. As participantes de cada turma podem continuar participando da programação coletiva nas edições seguintes. “Essas conexões fomentam o crescimento das empresas e geram até mesmo negócios entre elas”, diz Raquel Teixeira, líder dos programas Empreendedor do Ano e Winning Women Brasil.

Corina Godoy Cunha e Gisele Violin, sócias da Pink Cheeks, integram a turma de 2019 e receberão mentorias até junho deste ano. Um de seus principais desafios era escolher um canal de distribuição para os produtos. No processo, chegaram à conclusão de que valia a pena tirar 30 produtos de linha. “Estamos focando no posicionamento da marca e no que realmente precisamos fazer”, explica Gisele.

Segundo a organização, é comum que as participantes ingressem com um desafio em mente e acabem descobrindo outros mais importantes no processo, porque muitas empreendedoras focam demais no que fazem de melhor, mas acabam não dando a atenção a outros aspectos da gestão.

Para participar do programa, porém, a candidata deve ser a principal tomadora de decisões da empresa, com restrição aos negócios que possuem faturamento anual mínimo de R$ 3 milhões.

Se você não está elegível, não desanime! O IEV tem as melhores soluções do mercado. Conheça nosso programa de Gestão de Equipes Comerciais e aprimore a sua liderança.

Outra opção para mulheres compartilharem conhecimentos sobre carreira, gestão e empreendedorismo é a iniciativa GirlBoss.com, da empresária norte americana Sophia Amoruso (Nasty Gal). Com o lema “mulheres apoiam mulheres”, você pode pedir e dar conselhos, celebrar vitórias e fazer networking a nível internacional.

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Quem é Microempreendedor Individual, MEI, deve ficar atento às atualizações anuais para a categoria. O Sebrae elencou as principais mudanças, como as atividades pertinentes e prazos de regularização.

1 – Atividades Excluídas

Mais de 20 atividades foram excluídas e não serão mais enquadradas como MEI, como Comerciantes de Produtos Farmacêuticos Independente; Comerciante de Medicamentos Veterinários (para quem tem pet shop); Comerciante de Acessórios para Motocicletas e Operador de Marketing Independente.

O empreendedor que teve sua atividade excluída pode migrar para o regime de Microempresa (ME) ou de Empresa de Pequeno Porte (EPP), com tributos diferentes. A mudança pode ser feita através do Portal do Simples Nacional até sexta-feira (31/01).

Confira a lista completa:

Reprodução: Sebrae
Reprodução: Sebrae

2 – Contribuição Mensal

Em 2020, a taxa mensal obrigatória, de acordo com três classificações, passa a ser de: R$ 51,95 ou R$ 52,95 (Comércio ou Indústria, dependendo se paga ou não o ICMS); R$ 56,95 (Prestação de Serviços) ou R$ 57,95 (Comércio e Serviços ou Indústria e Serviços).

O reajuste é feito de acordo com o salário mínimo e o valor pode ser pago no débito automático, pagamento online ou boleto. Basta acessar o Portal do Empreendedor e gerar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), escolhendo a opção desejada.

3 – Cadastro no e-Social

Todo Microempreendedor Individual que tenha um funcionário contratado deverá inserir no sistema do e-Social todos os dados pessoais do colaborador, assim como exames admissionais, periódicos e demissionais.

O envio da folha de pagamento do funcionário também passa a ser obrigatório em 2020. Feito isso, o sistema auxiliará o MEI nos cálculos da contribuição previdenciária, FGTS e qualquer outro encargo a ser recolhido.

4 – Faturamento

Outra mudança é em relação à declaração anual de faturamento (DASN-Simei). Agora, o Microempreendedor Individual precisa informar a receita adquirida com a prestação de serviços – antes, só precisava declarar a receita relacionada às atividades de comércio.

O prazo para envio da Declaração de Faturamento referente aos ganhos do ano anterior vai até o dia 31 de maio.

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O Ibovespa fechou em queda de 3,3% ontem, segunda-feira (27), e anulou os ganhos no ano. O motivo da desvalorização é o temor do coronavírus: a doença já fez mais de 100 vítimas fatais e infectou cerca de 4 mil pessoas no mundo.

Com surgimento na China, o vírus foi registrado em países como França, Estados Unidos e Japão. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reclassificou o risco internacional da doença como elevado, após qualificá-lo na semana passada como moderado. Foram enviados US$ 9 bilhões para combater a doença.

Especialistas dizem que as economias da China e Japão podem sofrer mais com vírus atual do que com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS, na sigla em inglês) que ocorreu em 2003. O medo do investidor é de ver a história se repetir.

Ao contrário do que se espera, tempos de crise podem ser um bom momento para investir, desde que haja cautela na escolha da estratégia. Pensando nisso, listamos 3 maneiras de investir apesar do cenário de insegurança:

Longo Prazo

Quando há queda na bolsa, as ações ficam mais baratas, momento em que investidores mais confiantes acreditam ser o ideal para comprar, isso porque as ações tendem a voltar a se valorizar à longo prazo.

No caso do Brasil, há boas perspectivas de crescimento por conta da agenda reformista do governo. “Estamos otimistas porque não vemos a recuperação como algo de um ano. No curto prazo há diversos ruídos e as ações ligadas a commodities sofrem porque são expostas à China, porém o cenário para o futuro não mudou”, diz Julio Fernandes, gestor da XP investimentos.

Renda Fixa

Para quem está mais receoso, a renda fixa continua sendo a melhor opção. Embora o cenário tenha mudado nos últimos anos com a queda da Selic, esses investimentos continuam entre as preferências.

O mais inteligente a se fazer é procurar um investimento de renda fixa que oferece rendimentos reais, ou seja, acima da inflação, e baixos custos de manutenção e administração.

Seguindo essa lógica, evite os fundos de renda fixa conservadores, com taxas de administração acima de 1%, e aproveite para investir em títulos públicos, também conhecidos como Tesouro Direto, Letras de Crédito (LCA – Letra de Crédito Agropecuário e LCI – Letra de Crédito Imobiliário) ou ainda os títulos privados, como o CDB (Certificado de Depósito Bancário).

Negócios Seguros

Diante da instabilidade, uma alternativa pode ser fugir do capital especulativo, mas investir seu dinheiro em um negócio também é difícil. O receio é justificável, afinal, ninguém quer colocar sua verba em algo que não trará retornos.

Quem quer investir em um negócio seguro, pode apostar em uma franquia, que apresenta diversas vantagens quando comparada a negócios independentes.

Investir em uma franquia significa adquirir uma empresa reconhecida por seu público-alvo. “Com a franquia, você tem acesso a uma marca consagrada, que possui um know how operacional e com ganhos em escala”, conta André Friedheim, diretor internacional da ABF (Associação Brasileira de Franchising), ao afirmar que as chances de resultados efetivos são muito maiores quando comparadas com a criação de uma empresa independente.

Em um período de 10 anos, 70% dos negócios próprios fecham; franquias, apenas 15%. “Entre 24 e 36 meses, na média, o investidor recebe o dinheiro que havia aplicado na franquia de volta. Ou seja, em dois anos o empresário já estará lucrando com seu empreendimento” afirma Friedheim.

LEIA MAIS: 5 tendências para Franquias, segundo presidente da ABF.

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A Associação Brasileira de Franchising, ABF, divulgou ontem (22) dados atualizados sobre o mercado de franquias: o crescimento do setor foi de 6,9% em 2019.

Para 2020, a expectativa é de um crescimento de 8% no faturamento e 6% no número de empregos diretos. De acordo com o balanço, entre os segmentos que compõem o franchising, destacaram-se dois: Casa e construção e Comunicação, informática e eletrônicos.

O modelo de franquias é uma oportunidade para quem quer empreender e, ao mesmo, ter segurança. Isso porque as franquias são negócios que já foram testados no mercado e puderam ser aprimorados com o tempo, atingindo um nível de maturidade que negócios novatos não possuem.

Pensando nisso, separamos 3 exemplos, de segmentos variados, que representam este setor em ascensão:

1 – Torteria Haguanaboka

Com investimento inicial a partir de R$ 150 mil (modelo quiosque), a Torteria Haguanaboka é a primeira franquia de tortas caseiras, doces e salgadas, do Brasil. Tem como principais diferenciais as receitas livres de conservantes, corantes ou aditivos químicos, além de um ambiente acolhedor e excelência no atendimento.

Há 29 anos, Valéria Verdi, diretora e fundadora da marca, resolveu trocar o emprego de professora concursada pelo empreendedorismo e transformar o hobby de família em negócio. Em 2016, ela deu início ao processo de expansão através de franquias, com o objetivo de levar o sabor e gostinho caseiro de suas tortas à outras cidades do país.

Atualmente, possui seis lojas franqueadas, localizadas em São José dos Campos, Taubaté e Mogi das Cruzes.

2 – Instituto de Especialização em Vendas – IEV

Criado em 2014, em Bauru (SP), o Instituto de Especialização em Vendas – IEV tornou-se a maior escola de vendedores do Brasil, atuando na formação de profissionais de alto nível em performance na área.

O sócio fundador do IEV, Victor Vieira, teve a ideia do negócio a partir da sua própria experiência na profissão, passando o aprendizado de vendedor para vendedor. Além disso, o IEV conta com a parceria e expertise do palestrante de vendas Thiago Concer, e os sócios da revista VendaMais, Raul Candeloro e Marcelo Caetano.

Em 2017, começou sua expansão como franquia home based, para impulsionar ainda mais carreiras e otimizar a gestão empresarial através de suas soluções comprovadas e cursos online. O investimento inicial é de R$ 39 mil.

Hoje, são mais de 40 franqueados do IEV e unidades nas cidades de Rio Preto, Presidente Prudente, Campinas, Americana, Piracicaba, São Bernardo, Santo André, São Paulo e Curitiba.

3 – Pormade Portas

Fundada em 1939, na cidade de União da Vitórita (PR), a Pormade Portas começou a operar por meio do sistema de franchising em 2018 e já possui 16 unidades, localizadas em cidades estratégicas dos estados de Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Tocantins.

A empresa é a maior indústria de portas do Brasil e há 80 anos atua para manter a alta qualidade de seus produtos. Com investimento inicial de R$ 40 mil, a Pormade é uma franquia de demonstração de produtos, com um showroom físico que dá bagagem e suporte para que o franqueado realize vendas através de uma moderna plataforma de e-commerce.

O portfólio de produtos engloba kits prontos e avulsos de portas, rodapés, biombos, papéis de parede, fechaduras e outros acessórios.

LEIA MAIS: 5 tendências para Franquias em 2020, segundo presidente da ABF

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O Relatório de Mercado Focus foi divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central. A mediana para o IPCA neste ano foi de alta de 3,58% para 3,56%. Na projeção feita há um mês, estava em 3,60%. A projeção para o índice em 2021 seguiu em 3,75%.

Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento este ano foi elevada a 2,31%, de 2,30% na semana anterior, enquanto que para 2021 continua a expectativa de 2,5%.

A melhora do cenário para a produção industrial, que deve crescer 2,19% em 2020, contra 2,10% previstos anteriormente, contribuiu para o resultado. Entretanto, para 2021 a perspectiva de expansão caiu em 0,05 ponto, a 2,45%.

Preços administrados

O Focus também alterou a projeção para os preços administrados em 2020. A mediana das previsões do mercado financeiro para o indicador este ano foi de alta de 3,81% para 3,77%. Para 2021, a mediana permaneceu em alta de 4,00%. Há um mês, o mercado projetava aumento de 3,94% para os preços administrados em 2020 e de 4,00% em 2021.

As projeções atuais do BC para os preços administrados, no cenário de mercado, indicam elevação de 3,6% em 2020. Este porcentual foi atualizado na ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom).

IGP-M

O relatório do Banco Central, mostrou, em resumo, que a mediana das projeções do IGP-M de 2020 passou de 4,36% para 4,32%. No último relatório, estava em 4,18%. No caso de 2021, o IGP-M projetado seguiu em alta de 4,00%, igual ao mês anterior.

Calculados pela Fundação Getulio Vargas (FGV), os Índices Gerais de Preços (IGPs) são bastante influenciados pela cotação do dólar e pelos produtos de atacado, principalmente os agrícolas.

A previsão é positiva na véspera do Fórum Econômico Mundial de Davos, que conta com o Ministro da Economia Paulo Guedes como representante brasileiro.

Participando da abertura do evento, Guedes deve destacar a redução do déficit fiscal no primeiro ano de governo e o aprofundamento das reformas estruturais que, segundo ele, ajudarão na recuperação da economia e na criação de empregos.

LEIA MAIS: As principais lições da NRF Big Show – maior evento do varejo mundial

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O Big Show da National Retail Federation (NRF) é o maior evento de novidades do varejo. A edição de 2020 foi de 11 a 14 de janeiro.

Criado em 1911, o encontro acontece todo ano em Nova Iorque, unindo centenas de instituições americanas e internacionais, além de lojas de departamento, redes de restaurantes, supermercados e varejistas independentes.

A NRF é o início das grandes transformações do varejo. Por mais de 100 anos, as principais tendências, tecnologias e problemáticas foram apresentadas e discutidas por membros importantes do setor.

Na edição desse ano, destacam-se a análise e uso consciente de dados, personalização e IA, inteligência artificial, convergindo na experiência do consumidor.

Uso e Proteção de Dados

O uso de dados é assunto central nas principais discussões tecnológicas, econômicas e até mesmo políticas. Na NRF não foi diferente, em vários módulos, a importância do tratamento de dados foi destacada, assim como a gestão dessas informações.

A tecnologia aplicada à leitura dos dados é capaz de dar respostas a praticamente todas as questões, desde que a pergunta correta seja feita. Segundo os palestrantes, é preciso tomar algumas medidas, como considerar todas as possibilidades em todos os pontos de vista antes de começar a tratar os dados, sendo realista quanto às expectativas.

De acordo com Rob Ortiz, diretor de Inteligência Artificial da Keyence Corporation of America, e Arthur Bailey, head de Relações Globais da Samsung, as ferramentas de IA e Machine Learning são primordiais para realizar a captação, o processamento e o tratamento do grande volume de dados.

Em sua apresentação, Jennifer Hyman, CEO e fundadora da Rent the Runway, especializada no aluguel de roupas com assinatura mensal, ressaltou o armazenamento de cadastros e uso, para definir o perfil de preferência e antecipar sugestões de roupas, garantindo disponibilidade de estilos e tamanhos.

A Rent the Runway lançará, em 2020, um serviço em parceria com a rede de hotéis W. Os clientes receberão, em sua suíte, o guarda-roupa completo a ser usado na viagem, eliminando a necessidade de bagagem. No final da viagem, a devolução será feita no checkout do hotel. Todos os dados do ciclo de uso do serviço são armazenados e analisados em plataforma de IA, que faz a gestão preditiva dos produtos ofertados.

Mas, como esses dados serão protegidos?

Nos EUA, diferentemente do que está sendo feito na Europa com a General Data Protection Regulation (GDPR) e no Brasil com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o tema é tratado no âmbito estadual, ao invés de federal, o que permite variações da regulação nos diferentes estados, deixando mais nebulosas as adequações que empresas de atuação nacional devem fazer. Paul Ryan, ex-porta-voz do Congresso Norte-americano, discutiu essa questão em um dos painéis, assim como o cenário competitivo entre China e EUA, e o papel dos órgãos reguladores em segmentos altamente concentrados como varejo online (Amazon) e tecnologia (Google, Facebook).

A edição também falou de confiança, cada vez mais essencial para o relacionamento de clientes e usuários com as marcas. Dados seguirão nas mãos das pessoas, sendo entregues tão somente a empresas ou marcas confiáveis. Trata-se de uma construção delicada, mas potencialmente poderosa.

No combate à fraudes, a própria tecnologia pode ser aliada, com IA e Machine Learning retroalimentando modelos capazes de identificar padrões fraudulentos e bloqueá-los, evitando prejuízos aos varejistas. A capacidade humana de auxiliar nesse processo, assim como em todos os outros, é indispensável.

Personalização e Experiência do Cliente (UX)

O uso consciente de dados e a Inteligência Artificial aplicada, permitem outra tendência: a personalização. Na prática, o objetivo é entender o que consumidor quer para ele, diferente do que já é oferecido para todos. A personalização tem a ver com individualização, focada no próprio cliente, e não em customizar, por exemplo, o produto.

A palestra “A personalização promove o varejo alimentício digital” (tradução livre), realizada pela Precima, empresa de estratégia e análise do varejo, levou varejistas e consumidores para falarem sobre a personalização e recorrência, uma vez que, com base em compras anteriores, é possível saber mais do hábito alimentar de usuários e oferecer produtos selecionados na próxima compra.

Já o painel “Servindo os clientes nos termos que eles querem: Uma conversa com Erik Nordstrom”, apresentou a experiência da Nordstrom, uma empresa norte americana de calçados com mais de 118 anos de tradição, que se especializou em fornecer aos clientes um atendimento inigualável: servir bebidas nas lojas de sapatos. Erick afirma que isso ajuda a vender, mas é a “vibe diferente” que os faz permanecer na loja, conversar com outras pessoas, sorrir. Em outras palavras, ter uma experiência diferenciada.

Reprodução: NRF 2020 Vision: Retail’s Big Show Recap

Grande parte das apresentações do evento falaram em oferecer a melhor, mais completa e mais satisfatória experiência de usuário possível, durante todas as etapas da jornada do cliente.

Outro exemplo é a loja da Samsung em Nova Iorque, que deixou de vender produtos no seu espaço físico para transformá-lo em um espaço de experiência para os clientes, totalmente interativo. E as vendas? São feitas online, através do E-commerce.

As empresas precisam ofertar processos práticos e ágeis, com integração de canais, esses fatores, em muitos casos, são mais decisivos do que o próprio preço na decisão de compra.

Clientes insatisfeitos não apenas deixam de comprar, como também compartilham suas insatisfações nas redes sociais, podendo influenciar outros possíveis compradores com sua visão negativa da marca. Até mesmo as gigantes do varejo se preocupam com os prejuízos gerados por esse tipo de feedback.

Você conhece o ROX? Retorno sobre a experiência do cliente

Representantes Brasileiros

O Retail Executive Summit foi o encontro brasileiro na agenda oficial da NRF. Sergio Sampaio, COO do Grupo Boticário, Marcelo Silva, presidente do IDV, Rhanna Carvalho, CEO do Grupo Audiolar e Rafael Furlanetti, sócio-diretor Institucional da XP Investimentos subiram ao palco.

Os executivos chamaram atenção para a multicanalidade, omnichannel, lojas disruptivas e também para a humanização da equipe.

“Ser uma comunidade, a humanização foi o que eu vi de mais importante porque às vezes você investiu tanto no online, no omnichannel e esqueceu da loja, que é o principal. Até o que eu vi em uma das palestras, o cliente teve uma mega experiência no site, mas o vendedor o tratou mal. O mais importante que eu vi foi essa parte da humanização, invista em treinamento, o vendedor estar com aquele sorriso aberto para atender o cliente”, destacou Rhanna Carvalho.

Diversas entidades brasileiras e associações regionais relacionadas ao setor mandaram seus representantes para acompanhar as novidades. O coordenador estadual de projetos de varejo no Sebrae RS, Fabiano Zortéa, integrante do grupo que está em Nova Iorque, destaca ainda:

Empoderamento dos colaboradores: As empresas crescem em faturamento quando empoderam o colaborador, participam de decisão estratégica e autonomia para decidir, se sentem mais reconhecidos e importantes para a empresa.

Diversificação: As marcas precisam ter opções diversificadas e que se relacionem entre si e façam sentido para o perfil de público. A parceria entre outras marcas precisa ser natural.

Desaceleração: Em um mundo onde as pessoas trabalham muito e têm pouco tempo livre, o varejo precisa simplificar as jornadas de compra. Assim, o cliente pode sair dessa rotina agitada e conseguir facilmente comprar o seu produto.

Data Driven (Orientação por dados): O varejo precisa fazer novas descobertas sobre os seus clientes. As preocupações da sociedade, por exemplo, podem ser um aliado para conquistar novos clientes. Se a marca contribui para a redução do aquecimento global, ela pode se tornar relevante para todas as pessoas que se preocupam com essa causa.

Aumentar o fluxo na loja física: Fazer varejo da mesma forma manterá a redução de clientes nas lojas. Parceria e compartilhamento com outras marcas pode ser uma alternativa para contornar esse cenário. Amazon Returns é um exemplo deste tipo de parceria entre a Amazon e a Kohl’s.

Crescimento do Social Commerce: Trata-se de uma evolução do ‘boca a boca’ no ambiente online em que o varejista retribui, em forma de presentes ou descontos, aqueles clientes que falam bem da empresa e convertem isso em vendas.

Senso de comunidade: O varejo precisa ter mais atenção de como está o seu entorno, quais as necessidades do seu bairro, das pessoas que o empresário quer atingir. O caso da Rent the Runway é um exemplo disso, foi com base na reclamação dos clientes sobre não gostarem de fazer as malas quando vão viajar, que a empresa pôde criar o serviço de closet em parceria com o hotel.

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