A Associação Brasileira de Franchising, ABF, divulgou ontem (22) dados atualizados sobre o mercado de franquias: o crescimento do setor foi de 6,9% em 2019.

Para 2020, a expectativa é de um crescimento de 8% no faturamento e 6% no número de empregos diretos. De acordo com o balanço, entre os segmentos que compõem o franchising, destacaram-se dois: Casa e construção e Comunicação, informática e eletrônicos.

O modelo de franquias é uma oportunidade para quem quer empreender e, ao mesmo, ter segurança. Isso porque as franquias são negócios que já foram testados no mercado e puderam ser aprimorados com o tempo, atingindo um nível de maturidade que negócios novatos não possuem.

Pensando nisso, separamos 3 exemplos, de segmentos variados, que representam este setor em ascensão:

1 – Torteria Haguanaboka

Com investimento inicial a partir de R$ 150 mil (modelo quiosque), a Torteria Haguanaboka é a primeira franquia de tortas caseiras, doces e salgadas, do Brasil. Tem como principais diferenciais as receitas livres de conservantes, corantes ou aditivos químicos, além de um ambiente acolhedor e excelência no atendimento.

Há 29 anos, Valéria Verdi, diretora e fundadora da marca, resolveu trocar o emprego de professora concursada pelo empreendedorismo e transformar o hobby de família em negócio. Em 2016, ela deu início ao processo de expansão através de franquias, com o objetivo de levar o sabor e gostinho caseiro de suas tortas à outras cidades do país.

Atualmente, possui seis lojas franqueadas, localizadas em São José dos Campos, Taubaté e Mogi das Cruzes.

2 – Instituto de Especialização em Vendas – IEV

Criado em 2014, em Bauru (SP), o Instituto de Especialização em Vendas – IEV tornou-se a maior escola de vendedores do Brasil, atuando na formação de profissionais de alto nível em performance na área.

O sócio fundador do IEV, Victor Vieira, teve a ideia do negócio a partir da sua própria experiência na profissão, passando o aprendizado de vendedor para vendedor. Além disso, o IEV conta com a parceria e expertise do palestrante de vendas Thiago Concer, e os sócios da revista VendaMais, Raul Candeloro e Marcelo Caetano.

Em 2017, começou sua expansão como franquia home based, para impulsionar ainda mais carreiras e otimizar a gestão empresarial através de suas soluções comprovadas e cursos online. O investimento inicial é de R$ 39 mil.

Hoje, são mais de 40 franqueados do IEV e unidades nas cidades de Rio Preto, Presidente Prudente, Campinas, Americana, Piracicaba, São Bernardo, Santo André, São Paulo e Curitiba.

3 – Pormade Portas

Fundada em 1939, na cidade de União da Vitórita (PR), a Pormade Portas começou a operar por meio do sistema de franchising em 2018 e já possui 16 unidades, localizadas em cidades estratégicas dos estados de Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Tocantins.

A empresa é a maior indústria de portas do Brasil e há 80 anos atua para manter a alta qualidade de seus produtos. Com investimento inicial de R$ 40 mil, a Pormade é uma franquia de demonstração de produtos, com um showroom físico que dá bagagem e suporte para que o franqueado realize vendas através de uma moderna plataforma de e-commerce.

O portfólio de produtos engloba kits prontos e avulsos de portas, rodapés, biombos, papéis de parede, fechaduras e outros acessórios.

LEIA MAIS: 5 tendências para Franquias em 2020, segundo presidente da ABF

Siga nossas redes sociais:

O Relatório de Mercado Focus foi divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central. A mediana para o IPCA neste ano foi de alta de 3,58% para 3,56%. Na projeção feita há um mês, estava em 3,60%. A projeção para o índice em 2021 seguiu em 3,75%.

Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento este ano foi elevada a 2,31%, de 2,30% na semana anterior, enquanto que para 2021 continua a expectativa de 2,5%.

A melhora do cenário para a produção industrial, que deve crescer 2,19% em 2020, contra 2,10% previstos anteriormente, contribuiu para o resultado. Entretanto, para 2021 a perspectiva de expansão caiu em 0,05 ponto, a 2,45%.

Preços administrados

O Focus também alterou a projeção para os preços administrados em 2020. A mediana das previsões do mercado financeiro para o indicador este ano foi de alta de 3,81% para 3,77%. Para 2021, a mediana permaneceu em alta de 4,00%. Há um mês, o mercado projetava aumento de 3,94% para os preços administrados em 2020 e de 4,00% em 2021.

As projeções atuais do BC para os preços administrados, no cenário de mercado, indicam elevação de 3,6% em 2020. Este porcentual foi atualizado na ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom).

IGP-M

O relatório do Banco Central, mostrou, em resumo, que a mediana das projeções do IGP-M de 2020 passou de 4,36% para 4,32%. No último relatório, estava em 4,18%. No caso de 2021, o IGP-M projetado seguiu em alta de 4,00%, igual ao mês anterior.

Calculados pela Fundação Getulio Vargas (FGV), os Índices Gerais de Preços (IGPs) são bastante influenciados pela cotação do dólar e pelos produtos de atacado, principalmente os agrícolas.

A previsão é positiva na véspera do Fórum Econômico Mundial de Davos, que conta com o Ministro da Economia Paulo Guedes como representante brasileiro.

Participando da abertura do evento, Guedes deve destacar a redução do déficit fiscal no primeiro ano de governo e o aprofundamento das reformas estruturais que, segundo ele, ajudarão na recuperação da economia e na criação de empregos.

LEIA MAIS: As principais lições da NRF Big Show – maior evento do varejo mundial

Siga nossas redes sociais:

O Big Show da National Retail Federation (NRF) é o maior evento de novidades do varejo. A edição de 2020 foi de 11 a 14 de janeiro.

Criado em 1911, o encontro acontece todo ano em Nova Iorque, unindo centenas de instituições americanas e internacionais, além de lojas de departamento, redes de restaurantes, supermercados e varejistas independentes.

A NRF é o início das grandes transformações do varejo. Por mais de 100 anos, as principais tendências, tecnologias e problemáticas foram apresentadas e discutidas por membros importantes do setor.

Na edição desse ano, destacam-se a análise e uso consciente de dados, personalização e IA, inteligência artificial, convergindo na experiência do consumidor.

Uso e Proteção de Dados

O uso de dados é assunto central nas principais discussões tecnológicas, econômicas e até mesmo políticas. Na NRF não foi diferente, em vários módulos, a importância do tratamento de dados foi destacada, assim como a gestão dessas informações.

A tecnologia aplicada à leitura dos dados é capaz de dar respostas a praticamente todas as questões, desde que a pergunta correta seja feita. Segundo os palestrantes, é preciso tomar algumas medidas, como considerar todas as possibilidades em todos os pontos de vista antes de começar a tratar os dados, sendo realista quanto às expectativas.

De acordo com Rob Ortiz, diretor de Inteligência Artificial da Keyence Corporation of America, e Arthur Bailey, head de Relações Globais da Samsung, as ferramentas de IA e Machine Learning são primordiais para realizar a captação, o processamento e o tratamento do grande volume de dados.

Em sua apresentação, Jennifer Hyman, CEO e fundadora da Rent the Runway, especializada no aluguel de roupas com assinatura mensal, ressaltou o armazenamento de cadastros e uso, para definir o perfil de preferência e antecipar sugestões de roupas, garantindo disponibilidade de estilos e tamanhos.

A Rent the Runway lançará, em 2020, um serviço em parceria com a rede de hotéis W. Os clientes receberão, em sua suíte, o guarda-roupa completo a ser usado na viagem, eliminando a necessidade de bagagem. No final da viagem, a devolução será feita no checkout do hotel. Todos os dados do ciclo de uso do serviço são armazenados e analisados em plataforma de IA, que faz a gestão preditiva dos produtos ofertados.

Mas, como esses dados serão protegidos?

Nos EUA, diferentemente do que está sendo feito na Europa com a General Data Protection Regulation (GDPR) e no Brasil com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o tema é tratado no âmbito estadual, ao invés de federal, o que permite variações da regulação nos diferentes estados, deixando mais nebulosas as adequações que empresas de atuação nacional devem fazer. Paul Ryan, ex-porta-voz do Congresso Norte-americano, discutiu essa questão em um dos painéis, assim como o cenário competitivo entre China e EUA, e o papel dos órgãos reguladores em segmentos altamente concentrados como varejo online (Amazon) e tecnologia (Google, Facebook).

A edição também falou de confiança, cada vez mais essencial para o relacionamento de clientes e usuários com as marcas. Dados seguirão nas mãos das pessoas, sendo entregues tão somente a empresas ou marcas confiáveis. Trata-se de uma construção delicada, mas potencialmente poderosa.

No combate à fraudes, a própria tecnologia pode ser aliada, com IA e Machine Learning retroalimentando modelos capazes de identificar padrões fraudulentos e bloqueá-los, evitando prejuízos aos varejistas. A capacidade humana de auxiliar nesse processo, assim como em todos os outros, é indispensável.

Personalização e Experiência do Cliente (UX)

O uso consciente de dados e a Inteligência Artificial aplicada, permitem outra tendência: a personalização. Na prática, o objetivo é entender o que consumidor quer para ele, diferente do que já é oferecido para todos. A personalização tem a ver com individualização, focada no próprio cliente, e não em customizar, por exemplo, o produto.

A palestra “A personalização promove o varejo alimentício digital” (tradução livre), realizada pela Precima, empresa de estratégia e análise do varejo, levou varejistas e consumidores para falarem sobre a personalização e recorrência, uma vez que, com base em compras anteriores, é possível saber mais do hábito alimentar de usuários e oferecer produtos selecionados na próxima compra.

Já o painel “Servindo os clientes nos termos que eles querem: Uma conversa com Erik Nordstrom”, apresentou a experiência da Nordstrom, uma empresa norte americana de calçados com mais de 118 anos de tradição, que se especializou em fornecer aos clientes um atendimento inigualável: servir bebidas nas lojas de sapatos. Erick afirma que isso ajuda a vender, mas é a “vibe diferente” que os faz permanecer na loja, conversar com outras pessoas, sorrir. Em outras palavras, ter uma experiência diferenciada.

Reprodução: NRF 2020 Vision: Retail’s Big Show Recap

Grande parte das apresentações do evento falaram em oferecer a melhor, mais completa e mais satisfatória experiência de usuário possível, durante todas as etapas da jornada do cliente.

Outro exemplo é a loja da Samsung em Nova Iorque, que deixou de vender produtos no seu espaço físico para transformá-lo em um espaço de experiência para os clientes, totalmente interativo. E as vendas? São feitas online, através do E-commerce.

As empresas precisam ofertar processos práticos e ágeis, com integração de canais, esses fatores, em muitos casos, são mais decisivos do que o próprio preço na decisão de compra.

Clientes insatisfeitos não apenas deixam de comprar, como também compartilham suas insatisfações nas redes sociais, podendo influenciar outros possíveis compradores com sua visão negativa da marca. Até mesmo as gigantes do varejo se preocupam com os prejuízos gerados por esse tipo de feedback.

Você conhece o ROX? Retorno sobre a experiência do cliente

Representantes Brasileiros

O Retail Executive Summit foi o encontro brasileiro na agenda oficial da NRF. Sergio Sampaio, COO do Grupo Boticário, Marcelo Silva, presidente do IDV, Rhanna Carvalho, CEO do Grupo Audiolar e Rafael Furlanetti, sócio-diretor Institucional da XP Investimentos subiram ao palco.

Os executivos chamaram atenção para a multicanalidade, omnichannel, lojas disruptivas e também para a humanização da equipe.

“Ser uma comunidade, a humanização foi o que eu vi de mais importante porque às vezes você investiu tanto no online, no omnichannel e esqueceu da loja, que é o principal. Até o que eu vi em uma das palestras, o cliente teve uma mega experiência no site, mas o vendedor o tratou mal. O mais importante que eu vi foi essa parte da humanização, invista em treinamento, o vendedor estar com aquele sorriso aberto para atender o cliente”, destacou Rhanna Carvalho.

Diversas entidades brasileiras e associações regionais relacionadas ao setor mandaram seus representantes para acompanhar as novidades. O coordenador estadual de projetos de varejo no Sebrae RS, Fabiano Zortéa, integrante do grupo que está em Nova Iorque, destaca ainda:

Empoderamento dos colaboradores: As empresas crescem em faturamento quando empoderam o colaborador, participam de decisão estratégica e autonomia para decidir, se sentem mais reconhecidos e importantes para a empresa.

Diversificação: As marcas precisam ter opções diversificadas e que se relacionem entre si e façam sentido para o perfil de público. A parceria entre outras marcas precisa ser natural.

Desaceleração: Em um mundo onde as pessoas trabalham muito e têm pouco tempo livre, o varejo precisa simplificar as jornadas de compra. Assim, o cliente pode sair dessa rotina agitada e conseguir facilmente comprar o seu produto.

Data Driven (Orientação por dados): O varejo precisa fazer novas descobertas sobre os seus clientes. As preocupações da sociedade, por exemplo, podem ser um aliado para conquistar novos clientes. Se a marca contribui para a redução do aquecimento global, ela pode se tornar relevante para todas as pessoas que se preocupam com essa causa.

Aumentar o fluxo na loja física: Fazer varejo da mesma forma manterá a redução de clientes nas lojas. Parceria e compartilhamento com outras marcas pode ser uma alternativa para contornar esse cenário. Amazon Returns é um exemplo deste tipo de parceria entre a Amazon e a Kohl’s.

Crescimento do Social Commerce: Trata-se de uma evolução do ‘boca a boca’ no ambiente online em que o varejista retribui, em forma de presentes ou descontos, aqueles clientes que falam bem da empresa e convertem isso em vendas.

Senso de comunidade: O varejo precisa ter mais atenção de como está o seu entorno, quais as necessidades do seu bairro, das pessoas que o empresário quer atingir. O caso da Rent the Runway é um exemplo disso, foi com base na reclamação dos clientes sobre não gostarem de fazer as malas quando vão viajar, que a empresa pôde criar o serviço de closet em parceria com o hotel.

LEIA MAIS: As principais tendências para 2020

Small e Big Data, o uso de dados como estratégia de vendas

Social Selling: usando as redes sociais para vender

A estratégia multicanal do Magazine Luiza

REDES SOCIAIS:

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou ontem, quarta-feira (15), o resultado da última Pesquisa Mensal do Comércio (PMC): o comércio varejista cresceu 0,6% em novembro de 2019. Vale ressaltar que os dados apresentados correspondem sempre à meses já decorridos.

Segundo a gerente de pesquisa do IBGE, Isabella Nunes, o crescimento de 0,6% é relevante porque manteve a taxa positiva pelo sétimo mês seguido, o que fez novembro registrar o patamar mais elevado desde dezembro de 2016. “Isso mostra que o setor vem mantendo a recuperação”, disse.

Na série com ajuste sazonal, quatro das oito atividades pesquisadas apresentaram crescimento de volume. Destacaram-se Artigos Farmacêuticos, Perfumaria e Cosméticos (4,1%), Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (1,0%) e Móveis e Eletrodomésticos (0,5%), impulsionados, principalmente, pelas promoções da Black Friday. Ainda com taxa positiva, frente ao mês anterior, encontra-se os Materiais para Escritório, Informática e Comunicação (2,8%).

Os destaques negativos ficaram com Tecidos, Vestuário e Calçados (-0,2%), e Combustíveis e Lubrificantes (-0,3%), ambos devolvendo uma pequena parcela do ganho acumulado nos dois últimos meses, respectivamente, 3,4% e 2,7 %. A atividade de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (-4,7%) também registrou recuo nas vendas frente a outubro de 2019.

O setor mais representativo do varejo, Hipermercados, Supermercados e Alimentícios não cresceu em novembro.

Considerando o comércio varejista ampliadoo volume de vendas teve queda de 0,5%, frente a outubro de 2019, na série com ajuste sazonal, interrompendo oito meses de crescimento consecutivo. Para essa mesma comparação, o setor de Veículos, Motos e Peças Automotivas registrou recuo de 1,0%, descontando parte do avanço de 2,4% no mês anterior, enquanto Material de Construção apontou estabilidade, com variação de 0,1%, após aumento de 2,2% registrado em outubro do ano passado.

Especialistas afirmam que a primeira metade de 2019 representa uma base fraca para 2020. Portanto, as vendas não precisam atingir um patamar tão elevado para apresentar crescimento.

Guilherme Dietze, assessor econômico da FecomercioSP, elenca a facilidade de acesso ao crédito como um dos fatores fundamentais para a retomada do consumo neste ano. “Há cada vez mais consumidores utilizando o cartão de crédito, seja no crédito à vista ou parcelado. É preciso aumentar a oferta de pagamentos com as maquininhas e ficar atento às taxas”, recomenda.

A pesquisa completa está disponível aqui.

LEIA MAIS: 5 tendências para Franquias, segundo presidente da ABF

Siga nossas redes sociais:

A Linx anunciou ontem, segunda-feira (13), uma nova parceria para integrar sua plataforma multicanal ao marketplace da Rappi, startup de delivery.


Empresa brasileira de software de gestão (ERP e POS) para o varejo, a Linx é responsável pelo Linx Omni OMS (Order Management System), sistema de pedidos que possibilita a integração entre canais online e offline, como e-commerce, lojas físicas, aplicativos, entre outras.

Já a Rappi, startup colombiana, oferece serviços de delivery 24 horas por dia de praticamente qualquer item que o usuário quiser. Com a parceira, os consumidores podem concentrar suas compras em um único aplicativo, em tempo real. Ao invés de navegarem loja por loja para poder comprar os itens desejados, os usuários o farão em poucos cliques, com a possibilidade de realizar uma única transação e receber os produtos com conveniência e agilidade.

O vendedor da Rappi passa a ser usuário do Linx OMNI OMS, expandindo o time de empresas que já poderiam utilizar a funcionalidade, como Centauro (CNTO3), Hering (HGTX3), Alpargatas (ALPA4) e Lojas Marisa (AMAR3).

Além da Rappi, Magazine Luiza (MGLU3), B2W (BTOW3) e Vivara (VIVA3) também adotaram o sistema da Linx há pouco tempo.

“A parceria é totalmente disruptiva, porque nenhum app no mundo conta com a variedade de produtos que ajudaremos a Rappi a oferecer aos usuários”, explica Jean Klaumann, vice-presidente da Linx Digital. “Os varejistas suportados por nós terão acesso a este canal que une conveniência e rapidez na entrega”, completa o executivo.

LEIA MAIS: As principais tendências em vendas para 2020

Siga nossas redes sociais:

O LinkedIn divulgou ontem (08/01), a lista das 15 profissões que estão em alta no Brasil para o ano de 2020.

A estimativa é feita com base nos dados de usuários do site, que possuem o perfil público e tenham ocupado uma ou mais posições em tempo integral nos últimos cinco anos.

Profissões que envolvem marketing, vendas e tecnologia foram as que mais se destacaram. Detalhamos as cinco primeiras:

1 – Gestor(a) de Mídias Sociais

A procura por essa profissão aumentou, em média, 122% por ano, entre 2015 e 2019. Trata-se do profissional responsável pela imagem, relacionamento, engajamento e prospecção de uma empresa nos canais digitais. Elas ampliam estrategicamente as possibilidades de negócios por meio de sites e redes sociais como LinkedIn, Facebook, Instagram e Twitter.

Cinco conhecimentos primordiais: Marketing digital; Redes Sociais; Adobe Photoshop; Adobe Illustrator; Marketing.

Segmentos que mais procuram: Publicidade e Marketing; Mídia Online; Internet.

2 – Engenheiro(a) de Cibersegurança

Com 115% de crescimento anual, a profissão ganhou cada vez mais importância num cenário em que a segurança de dados é central para as empresas. O profissional cria sistemas de segurança e monitora a infraestrutura de TI da organização, evitando intrusões, além de implementar processos e controles.

Cinco conhecimentos primordiais: Docker Products; Ansible; DevOps; Amazon Web Services, AWS; e Kubernetes.

Segmentos: Tecnologia da Informação e Serviços; Software de Computares; Serviços Financeiros.

3 – Representante de Vendas

O bom vendedor continua primordial para qualquer empresa, como mostra esta terceira colocação no ranking das profissões em destaque em 2020, com 105% de crescimento nos últimos anos.

As mais elevadas posições estão disponíveis nas áreas de tecnologia, como empresas de softwares, TI e internet. O vendedor de hoje também precisa conhecer estratégias ativas e passivas de marketing e saber mapear as necessidades do cliente mais adequado antes de abordá-lo.

Conhecimentos primordiais: Outbound Marketing; Inbound Marketing; Pré-Venda; Vendas Internas; Prospecção.

Segmentos: Softwares de Computares; Tecnologia da Informação e Serviços; Internet.

4 – Especialista em Sucesso do Cliente

O relacionamento com o cliente depois da compra também se destaca como uma das tendências mais fortes dos últimos anos, 79% de crescimento anual. O especialista em sucesso do cliente tem o papel fundamental de proporcionar uma experiência de qualidade ao comprador no pós-venda. Por isso, apresenta, em geral, um perfil que combina habilidades técnicas e comportamentais, já que precisa entender de tecnologia e gerenciar relacionamentos.

Conhecimentos primordiais: Inbound Marketing; Helping Clients Succeed; Relações com o Cliente; Marketing Digital; Experiência do Cliente.

Segmentos: Tecnologia da Informação e Serviços; Software de Computadores; Internet.

5 – Cientista de Dados

Os dados são a nova commodity, portanto todas as profissões ligadas à captura, processamento, análise, representação e interpretação de grandes volumes de dados ganham força. O crescimento da profissão de Cientista de Dados foi de 78%. Na prática, o especialista analisa os dados e, a partir deles, constrói modelos, experimentos e busca insights para a melhorar a tomada de decisão. É uma área para graduados em Ciência da Computação, Engenharia da Computação e Matemática Aplicada, por exemplo.

Conhecimentos primordiais: Machine Learning; Ciência de Dados; Linguagem Python; Linguagem R; Ciência de Dados.

Segmentos: Tecnologia da Informação e Serviços; Bancos; Softwares de Computadores.

O ranking segue com:

6 – Engenheiro(a) de dados

7 – Especialista em Inteligência Artificial

8 – Programador(a) de JavaScript

9 – Investidor(a) Day Trader

10 – Motorista

11 – Consultor(a) de Investimentos

12 – Assistente de Mídias Sociais

13 – Desenvolvedor de Plataforma Salesforce

14 – Recrutador(a) especialista em Tecnologia da Informação

15 – Coach de Metodologia Agile

O levantamento completo, que também traz as tendências para 2020, está disponível aqui.

LEIA MAIS: Small e Big Data – o uso de dados como estratégia de vendas

Siga nossas redes sociais:

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a nova Lei de Franquias (nº 13.966, de 2019). As novas regras passam a valer a partir de 26 de março de 2020.

A reformulação da legislação estabelecida em 1994 (Lei de Franquias, nº 8.955) visa atualizar alguns pontos da relação de franqueado e franqueador. A aprovação aconteceu mediante veto parcial do presidente, que excluiu a mudança na regra de licitações públicas para esse tipo de negócio.

Fica estabelecido que Empresas Privadas, Empresas Estatais e entidades sem fins lucrativos podem ter franquias, independente do setor que atuam. Confira as principais mudanças que afetarão o dia a dia das franquias:

Vínculo empregatício

A lei define que não há vínculo empregatício entre o franqueador e os funcionários do franqueado.

Entende-se que o franqueador autoriza o franqueado, por meio de contrato, a usar marcas e outros objetos de propriedade intelectual, mediante remuneração direta ou indireta, mas sem caracterizar relação de consumo ou vínculo empregatício em relação ao franqueado ou a seus empregados, ainda que durante o período de treinamento.

O ponto vai ao encontro de uma postura já adotada pela Justiça do Trabalho no parecer de algumas causas, assim, espera-se reduzir o número de ações judiciais nesse sentido.

Contratos

Todos os contratos de franqueados deverão estar em Português, mesmo aqueles feitos com marcas estrangeiras. Além disso, para a implantação da franquia, o franqueador deverá fornecer ao interessado a Circular de Oferta de Franquia, escrita em língua portuguesa, de forma objetiva e acessível.

A Circular de Oferta de Franquia especifica as condições de implementação do negócio. O documento precisará detalhar todos os serviços e suporte oferecidos pelo franqueador. Na lei de 1994, exigia-se uma orientação mais rasa.

Houve também a retirada da taxa de caução, agora, fica apenas a taxa inicial de filiação, também chamada de taxa de franquia. A Circular de Oferta deve ser fornecida pelo menos dez dias antes da assinatura do contrato, caso contrário o negócio pode ser anulado, com restituição de valores pagos e correção monetária.

Concorrência Territorial

Diante da preocupação com o crescimento de lojas na mesma localidade, as regras territoriais precisam estar explícitas.

A Circular de Oferta deve conter as seguintes informações: se há exclusividade ou preferência sobre território de atuação para os franqueados; se existe a possibilidade de vendas ou prestação de serviços fora do território, além de exportação; quais as regras de concorrência entre as unidades próprias e franqueadas.

Sublocação

O valor do aluguel a ser pago pelo franqueado ao franqueador, nas sublocações, poderá ser maior do que o valor que o dono da marca paga ao proprietário do imóvel na locação originária do ponto comercial.

Trata-se de um ponto polêmico, pois a Lei do Inquilinato (nº 8.245, de 1991) proíbe que o valor do aluguel da sublocação seja superior ao da locação, portanto, há precedentes para que ele seja questionado judicialmente.

A publicação oficial está disponível na íntegra no site do Planalto.

LEIA MAIS: Saiba como a tecnologia transformou uma empresa em rede de franquias.

Siga nossas redes sociais: Facebook e Instagram

A GPTW (Great Place to Work), que é referência em reconhecer os melhores ambientes de trabalho do mundo, elencou as melhores empresas para trabalhar no varejo em 2019.

O principal critério usado foi a diversidade, ponto em que o varejo se destaca, por conta da alta representatividade feminina, 56% do corpo de funcionários, e contratação de jovens, 39%. Porém, o setor ainda tem o grande desafio de as levar mulheres às posições de liderança: elas ocupam apenas 14% dos cargos de comando no setor. 

Neste ano, 212 empresas se inscreveram no GPTW, mas apenas 50 foram premiadas, divididas entre as categorias Pequenas e Médias Empresas, e Grandes Empresas.

No topo do ranking temos:

Levvo – Pequenas e Médias Empresas

A Levvo, empresa que possui 23 franquias do McDonald’s, foi eleita a melhor varejista para trabalhar entre as Pequenas e Médias Empresas, com uma filosofia de desenvolvimento pessoal e cuidado com o meio ambiente.

A empresa contratou seis pessoas refugiadas e outros seis colaboradores transgênero, reforçando seu compromisso com a diversidade dentro da organização. “Nossa governança é composta por 75% de mulheres e pessoas negras representam 65% do nosso quadro”, completa Laura Ribeiro, CEO da Levvo.

As empresas que seguem o top 10 são: McDonald’s Franquia Pernambuco; Comunicare Comércio de Aparelhos Auditivos; CNA – Inglês Definitivo; IBAGY Imóveis; HURB – Hotel Urbano; STECAR Mercedes; INGRAM MICRO; RIVESA e SbTur.

Magazine Luiza – Grandes Empresas

O objetivo do Magazine Luiza é ser uma grande rede de e-commerce, com centros de distribuição que são pontos de calor humano. No quadro de funcionários, também há reflexos dessa humanização da empresa, com a maior diversidade possível no preenchimento das vagas.

“O que mais estimulamos é a diversidade de ideias e é por isto que os resultados aparecem”, declara Patricia Pugas, diretora executiva de Gestão de Pessoas do Magazine Luiza.

Entre as iniciativas de destaque, o Magalu promoveu um processo de seleção de trainees às cegas. A intenção da empresa é dar acesso às oportunidades para todos, pois acredita que equipes mais diversas são também mais produtivas.

O ranking segue com: GAZIN; Leroy Merlin; Mercadinhos São Luiz; PREZUNIC; McDonald’s; Ancar Ivanhoe; Riachuelo; Havan e Grupo Saga.

LEIA MAIS: 5 mulheres que são referência no mundo dos negócios

Siga nossas redes sociais: Facebook e Instagram

Segundo uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), aproximadamente 13,2 milhões de brasileiros deixarão as compras de Natal apenas para a véspera da data. O número equivale a 10% do total de pessoas que pretendem presentear alguém neste período, superando os 8% registrados em 2018.

De acordo com o levantamento, 48% dos consumidores deixaram as compras para os dias anteriores à comemoração por conta da expectativa por promoções. Já 20% aguardava o recebimento da segunda parcela do 13º salário.

Ainda, há quem vá adiar as compras natalinas para depois do Natal, cerca de 3%, e para janeiro de 2020, de olho nas liquidações do período.

Ao deixar as compras para a última hora, o consumidor não tem tempo para se ater a detalhes importantes, como pesquisar preços de diferentes marcas ou lojas, podendo atrapalhar o orçamento familiar, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Em contrapartida, o comércio se prepara para o grande fluxo de vendas. “Para os dias anteriores ao Natal nós aumentamos nosso contingente de colaboradores e também expandimos a operação no e-commerce, garantindo que nossos clientes possam fazer suas compras de última hora com o máximo conforto possível. Também planejamos promoções especiais em nossas lojas físicas, auxiliando o público que frequenta nossas unidades”, explica Danilo Costa, diretor da rede paulistana Dassi Boutique.

O varejo brasileiro prevê o maior Natal dos últimos seis anos. A arrecadação deve chegar a R$ 35,9 bilhões, 4,8% a mais do que no ano passado.

Mesmo com pouco tempo até a data, a dica dos especialistas é pesquisar os preços dos itens desejados, evitando pagar mais caro por conta da pressa. Para quem pode esperar, vale é optar pelos descontos no e-commerce, aproveitando as promoções disponíveis antes do Natal, com entrega após a celebração.

LEIA MAIS: IEV abre nova unidade em Bauru

Siga nossas redes sociais: Facebook e Instagram

Fonte: ABF – Portal do Franchising

Criado em 2014, na cidade de Bauru, interior de São Paulo, o IEV (Instituto de Especialização em Vendas) é uma rede de franquias que utiliza uma metodologia personalizada para transformar profissionais em experts de vendas.

Com treinamentos exclusivamente presenciais até 2017, a marca passou a apostar em cursos digitais levados aos clientes por meio de uma plataforma que impulsiona os resultados por meio da aprendizagem.

Dois anos depois, o IEV tem mais de 260 empresas cadastradas em seu sistema, com mais quatro mil usuários ativos.

“Ao conhecer as necessidades do IEV, observamos que poderíamos solucionar boa parte de seus problemas.

Por meio da nossa plataforma, os treinamentos em vendas ficam disponíveis para seus clientes acessarem quando e onde quiserem.

De uma forma dinâmica, o IEV disponibiliza um conteúdo de alta qualidade com um acesso simples e fácil”, comenta Rafael Sanchez, co-fundador da Scaffold, empresa responsável pela transformação digital nos processos do IEV.

Atualmente, mais de quatro mil usuários estão cadastrados no sistema de treinamentos on-line do IEV.

O sistema permite aos usuários acompanharem por meio de um celular, tablet ou notebook, mais de mil vídeos que ensinam como vender mais e melhor.

O conteúdo digital é disponibilizado de maneira individualizada para cada contratante e pode ser acessado de qualquer lugar do mundo (basta ter um dispositivo e acesso a internet).

O sistema também permite que o usuário seja avaliado pelo que aprendeu, gerando gráficos de aprendizagem que mostram os resultados do seu desenvolvimento.

“Podemos dizer que digitalizar nossos processos trouxe ganhos em uma economia de custos, tanto para nós quanto para os nossos clientes”, comenta Beatriz.

O negócio virou franquia

Além de impulsionar os resultados para seus clientes, a transformação digital fez o IEV saltar de uma empresa para uma rede com mais de 20 franquias pelo Brasil.

Na prática, o franqueado é responsável pela prospecção de novas empresas e comercialização dos cursos, enquanto a franqueadora presta todo o suporte aos franqueados e seus clientes.

“Já tínhamos planos para entrar no franchising, mas antes de 2017  nossos treinamentos eram presenciais.

Sem a digitalização teríamos que operar com manuais impressos e deslocar nossos instrutores até os locais das franquias.

Com isso teríamos um crescimento muito mais lento para uma expansão nacional”, comenta Beatriz Vital, Diretora de Operações do IEV.

Além dos vídeos, a plataforma possui também o repositório de arquivos, pelo qual são disponibilizados documentos e manuais para os franqueados.

É possível também realizar um treinamento híbrido, ou seja, montar um conteúdo presencial que só poderá ser acessado após o usuário assistir a um determinado número de vídeos do treinamento digital.

“Dessa forma, temos total convicção que o colaborador está preparado para aprender sobre o novo conteúdo”, finaliza Beatriz.

Sobre a Scaffold Education

Scaffold Education é uma empresa que auxilia franquias e outras empresas a potencializarem seus resultados por meio de uma plataforma on-line e interativa de gestão da aprendizagem, ao utilizar recursos como vídeos, exercícios, textos, orientações para atividades, entre vários outros.

Com três anos de existência,  a plataforma está disponível em cinco idiomas, presente em todos os estados brasileiros e em mais de 52 países.

Leia mais: Os melhores canais de negócio para acompanhar no YouTube

Siga nossas redes sociais: Facebook e Instagram

*Reprodução: Portal do Franchising (ABF)