“O IEV chegou exatamente no momento de mudança da minha empresa”, relata gestor da Alpiserra, prestadora de serviços terceirizados

Fundada por Daniel Paiva e seu irmão, a AlpiSerra nasceu em Petrópolis, estado do Rio de Janeiro em agosto de 2000 para, inicialmente, fazer alpinismo industrial. De acordo com Daniel, gestor comercial e operacional, o pai já tinha uma empresa de serviços terceirizados.

No entanto, após um período, os irmãos resolveram se voltar ao ramo em que o pai atuava, mantendo o nome-fantasia da empresa – AlpiSerra –, já consolidado neste mercado.

A AlpiSerra, prestadora de serviços terceirizados

Até meados de 2018, a empresa de serviços terceirizados era familiar, sendo Daniel e o irmão sócios, e concentrada no mercado de Petrópolis, no Rio Janeiro. A partir daquele ano, resolveram expandir a empresa para o sudeste.

Hoje, a AlpiSerra conta comm aproximadamente 200 funcionários, divididos em ramos como limpeza, recepção, portaria, vigilância, entre outros serviços. Daniel explica que, a nível nacional, é uma empresa pequena, mas, o objetivo é se tornar uma empresa de serviços terceirizados de médio porte daqui a cinco anos.

Entre seus serviços, o mais vendido é o de limpeza, segmentado no mercado em hospitalar, predial, industrial e pós-obra. Já o segundo carro-forte da empresa é portaria e recepção de condomínios, hotéis e vigilância.

Em 2018, a AlpiSerra traçou seu planejamento estratégico dos dois anos seguintes. Nele estava exatamente a questão da expansão da empresa de serviços terceirizados para o Sudeste. Atualmente, a empresa de serviços terceirizados atua em Juiz de Fora (MG), Três Rios (RJ), Teresópolis (RJ) e Rio de Janeiro (RJ).

Também constava neste planejamento, a meta de crescimento de 100% do faturamento, dobrando de 350 mil reais para 700 mil reais (até o fim de 2018), além da formação de uma equipe comercial – que existia de uma maneira mais amadora e sem a estruturação necessária.

Então, foi formado o time de vendas da empresa de serviços terceirizados e, com isso, surgiu a necessidade de um treinamento adequado.

Como conheceu IEV

Com a profissionalização, a empresa de serviços terceirizados reconheceu a necessidade de desenvolver sua equipe comercial – e toda empresa. No planejamento, mais de 80% da empresa precisaria estar treinada até o final de 2020, com 15 a 20 horas de treinamento mensais. A partir disso, eles começaram a buscar profissionais externos para ajudar na tarefa, primeiro buscando empresas em Petrópolis de treinamento presencial.

De acordo com Daniel Paiva, ele conheceu o IEV por meio de um ex-franqueado de sua região,que o procurou por indicação de uma outra pessoa. “Por um acaso, o IEV chegou exatamente no momento de mudança da minha empresa”, comenta.

Daniel ainda complementa: “O IEV chegou no momento certo!”. Antes de conhecer o Programa de Desenvolvimento Comercial do IEV, o gestor da AlpiSerra não tinha conhecimento de nenhum outro treinamento ou programa do tipo.

Os resultados após o IEV

Com o IEV desde junho de 2019, o faturamento naquele ano foi de 4.400.000 anual, valor muito acima do previsto no planejamento estratégico da empresa de serviços terceirizados.

Antes, o objetivo era chegar ao faturamento anual de 6 milhões ao fim de 2020. Porém, com a pandemia, cliente que utilizavam serviços terceirizados de limpeza (como academias e clínicas) foram fechados, e a redução de clientes impactou diretamente no faturamento previsto. Mesmo assim, a previsão é de que o faturamento chegue a 5 milhões até o fim do ano.

“O IEV trouxe para minha equipe de vendas uma metodologia de approach com meus clientes, ou seja, de prospecção, de manutenção da carteira”, relata Daniel. Ele ainda ressalta que isso foi essencial para manter a estabilidade da AlpiSerra em meio à pandemia.

“O aprendizado contínuo é fundamental”, diz o gestor, que ainda detalha: “O maior impacto foi aprender que tudo tem que ser medido. Ou seja, se você não conhece seus números, você não tem como tomar decisão”.

Daniel ressalta que as mentorias aliadas aos canais de atendimento tornam o IEV quase um programa presencial. “A gente tem uma proximidade muito grande com a equipe de vocês, o que dá um suporte para a empresa”, detalha.

O gestor comenta que, por sua empresa ser prestadora de serviços terceirizados, a relação com o cliente acaba sendo de longo prazo e, por isso, o time comercial precisa ser muito bem treinado. E o IEV é responsável por isso, segundo ele.