4 passos para começar a vender em Marketplaces

4 passos para começar a vender em Marketplaces

O marketplaces são canais de vendas online, algo como a ideia de shoppings centers virtuais, onde diversas marcas podem anunciar e vender seus produtos.

Para quem está começando no e-commerce, a venda via marketplaces é uma excelente oportunidade de ampliar a visibilidade do negócio, isso porque os sites que fazem a hospedagem investem pesado em divulgação, garantindo um tráfego de público bem acima do registrado pelas lojas individualmente.

No Brasil, as principais redes varejistas atuam como marketplaces, empresas como Walmart, Americanas, Magazine Luiza, Ponto Frio e Amazon são exemplos de autoridade no mercado.

Por outro lado, a forte concorrência e a ausência de personalidade da marca dentro da plataforma podem ser grandes desafios. É essencial ter bastante cautela na hora de anunciar e vender produtos no shopping virtual, qualquer detalhe pode fazer a diferença.

Pensando nisso, separamos algumas pontos essenciais para começar a vender nesses canais:

1) Contrato

Com tantas grandes marcas atuando com marketplaces, é natural que você fique em dúvida sobre qual (ou quais) escolher para colocar os seus produtos.

Ao definir os critérios que vão orientar a sua decisão, recomenda-se optar por aqueles que têm relação com o seu negócio. Dependendo do tipo de produto, nem sempre vale a pena entrar nos mais concorridos, nos quais sua marca terá pouco espaço para se diferenciar.

Além disso, é essencial analisar os contratos para entender os direitos e os deveres do seu e-commerce. Fique atento à questão das comissões cobradas, uma vez que esses custos precisam ser contabilizados na precificação dos seus produtos.

Na média, as comissões cobradas pelas plataformas variam de 10% a 30%, dependendo, por exemplo, da categoria que os itens se encaixam.

2) Padrões

Na organização do seu catálogo, considere as especificações adotadas em cada marketplace com relação à descrição, tamanho das imagens etc. Ter fotos em boa qualidade, que consigam exemplificar com riqueza de detalhes as especificidades do produto, potencializa e muito na decisão de compra.

A primeira imagem é sempre do produto em si, o fundo da imagem deve ser sempre neutro (branco de preferência) e demonstrar alguns ângulos diminuem a possibilidade de dúvidas do cliente final. Porém, para alguns itens específicos, tê-los aplicados ao ambiente de uso é importante, como jogo de lençol e fronhas, tapetes e cortinas.

Outro chamariz é um bom título, que esclarece, de forma sucinta, o que é realmente o produto. Agregar características específicas também colabora.

A falta de atenção a estes detalhes pode prejudicar a exibição das suas mercadorias e, dependendo do caso, até determinar a sua exclusão do sistema.

3) Chamar atenção

Além de apresentar os produtos de qualidade, o lojista precisa utilizar outros artifícios para chamar a atenção do cliente e manter uma relação. A atuação em marketplaces costuma ser bastante impessoal, mas oferecer o básico nem sempre é o suficiente para garantir uma venda.

O jeito mais fácil de atrair novos consumidores acaba sendo o preço. Valores mais baixos e ofertas costumam ganhar destaque dentro do site e também em mecanismos de busca como Google. Com isso em mente, ter uma boa estratégia para descontos e promoções pode ser um ponto-chave para angariar mais clientes.

Outro fator que pesa nesse quesito é o custo do frete, que pode acabar afugentando o consumidor no final do processo de compra. Manter um equilíbrio entre o valor do produto e o da entrega é essencial para deixar o negócio interessante e competitivo. Fazer um estudo com base no tempo de entrega e na quantia pedida por concorrentes pode ser um ótimo passo inicial para o seu planejamento.

4) Experiência

Uma das vantagens dos marketplaces é a possibilidade de alcançar um público diferente daquele que frequenta a sua loja. Assim, ao efetuar uma venda, certifique-se de oferecer uma boa experiência para aquele cliente.

Todo o processo de venda vai acontecer por meio da plataforma da loja, no entanto, o e-commerce tem como mostrar o valor da sua marca ao fazer, por exemplo, uma entrega mais personalizada, e cuidar do pós-venda.

Com uma experiência de compra diferenciada, fica mais fácil do cliente lembrar-se da sua marca e retornar para uma venda direta, dispensando o intermédio – e comissão – do próprio marketplace.

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